ETIQUETA DO ENCONTRO

Julho 1, 2009

Mulher 10

Conheça todas as regras que você deve seguir ao sair com uma mulher

Você nunca sabe o que é frescura e o que é necessário para agradar uma mulher durante um encontro? Pois bem: para dar boas dicas para ser considerado ser um gentleman, convidamos Cláudya Toledo, terapeuta conjugal e diretora da A2 Encontros, e a sexóloga Elen Louise, da boutique Madame Blanchye, no Rio de Janeiro.
Dê atenção acima de tudo
De acordo com Cláudya, algumas regras são básicas para causar uma boa impressão. “Estar arrumado e bem vestido valoriza o encontro. Desta forma, a mulher pensa que ele está bastante interessado nela”, ensina. Mas não deixe isso de lado depois de um tempo juntos. “Essas coisas valem sempre. Se a mulher nota que o homem ainda se arruma para encontrá-la, ainda manda lavar o carro para vê-la, entende que ele dá muito valor ao encontro. E assim deve continuar.”
Cláudya aconselha a ser gentil e cavalheiro. “Trate-a com as honras que gostaria de ser tratado”. Mas ela também conta o que você jamais deve fazer: “Não fale de ex-parceiras, não seja indelicado e nem fique querendo agarrar a mulher antes de notar abertura por parte dela. Evite, também, reclamar dos preços do restaurante e ser indelicado com os garçons ou pessoas em geral”.
Para Elen Louise, antes de mais nada, quando você faz mimos a uma mulher, dificilmente ela resiste a uma conquista, por isso, pode mimar. “Escolha um lugar que ela goste, que seja especial para ela ou para o casal. É importante prestar atenção no que a outra pessoa gosta. As mulheres dão muito valor a isso”, Afirma ela.
Mãos na massa
Agora veja a lista de dicas que as duas especialistas prepararam para você ter sucesso nos seus encontros.
Celular

Se você estiver em um jantar com ela, não vá ficar pendurado no telefone. Se ela faz a linha desconfiada, é melhor deixar desligado, para não ter que explicar caso você não atenda. “Caso você esteja esperando uma ligação importante, tenha o cuidado de dizer isso a ela antes”, diz Cláudya.
Conta

Não há nada demais em rachar a conta, mas Cláudya faz uma observação: “fazer isso não é uma obrigação, mas é uma lisonja.”
Buscar ou não?
Não é necessário o homem sempre ir buscar a mulher em casa. Vocês podem, sim, marcar de se encontrar no local. Se for buscar, que tal abrir a porta do carro? “É polido, educado. Mostra cuidado e atenção”, ensina Cláudya.
O lugar
Evite bancar o indeciso. Não deixe sempre na mão dela a decisão de onde vocês vão. “A mulher gosta quando o homem decide. Quando ele sempre deixa para ela resolver, elas não gostam”, diz Cláudya.
Presentes

Não precisa levar alguma coisa toda vez que vocês saem. Mas, às vezes, é bom. “Presenteie-a com algo que ela tenha visto em uma vitrine ou comentado que gostaria de ter”, diz Elen. Assim, além de agradar, você demonstra que presta atenção nela.
Elogios

Fique certo que as mulheres gostam de ser elogiadas sempre. “Fale como ela está bonita, comente seu perfume”, ensina Elen. “Preste atenção no seu corte de cabelo ou em uma roupa nova.”
Depois do encontro
Para que ela continue com uma boa imagem de você, “mande um e-mail ou mensagem de texto dizendo como a noite foi especial e que adoraria repeti-la. No fim do dia, ligue para ela, perguntando como foi sua jornada de trabalho”, diz Elen. “No próximo encontro, fale como sentiu sua falta.”

 

Fonte: IG / Estilo – Por Vladimir Maluf


Cólica Menstrual

Julho 1, 2009

cólica menstrual

Cólica menstrual pode estar relacionada a doenças

Todo mês é a mesma história, as dores pélvicas teimam em tirar o sossego de boa parte das mulheres. O incômodo atende pelo complicado nome dismenorréia ou, simplesmente, por cólica menstrual. Muitas das pobres mortais afetadas apelam para a automedicação, sem ao menos saber que a situação pode estar relacionada com alguma doença, que pede tratamento específico.

 

A cólica é provocada, de maneira geral, pela contração do útero e se manifesta em diferentes graus: desde um pequeno desconforto até dores intensas, acompanhadas de diarréia, sensação de mal-estar, dor de cabeça. Recebe duas classificações: primária e secundária.
No primeiro caso, não há lesões nos órgãos pélvicos. “Em geral, é causada pelo aumento da produção de algumas substâncias pelo útero, chamadas de prostaglandinas, que promovem contrações uterinas dolorosas”, explica a ginecologista Rosa Maria Neme, diretora do Centro de Endometriose São Paulo.

Normalmente, o “martírio” primário começa a se manifestar após as primeiras menstruações. “Costuma cessar ou diminuir de intensidade por volta dos 20 e poucos anos ou após a gravidez.” O estresse é um fator agravante, porque colabora com o aumento da produção das prostaglandinas.
O tratamento é realizado com antiinflamatórios. Outras recomendações são exercícios físicos moderados, uso de bolsas de água quente, banhos mornos e massagens relaxantes. Até a alimentação colabora. A dieta deve conter menos gordura animal, laticínios e ovos, e mais vegetais, sementes cruas e nozes.
Secundária
A dismenorréia secundária pode surgir por uma lista de fatores e os mais freqüentes são endometriose, miomas uterinos, infecção pélvica, anormalidades congênitas da anatomia do útero ou da vagina, uso de DIU (dispositivo intra-uterino) como método anticoncepcional. A dor costuma aparecer durante o período menstrual, mas pode incomodar em outras fases do ciclo, de acordo com sua causa base.
O tratamento varia de acordo com o problema. “No caso da endometriose, a melhora pode ser conseguida com uso de métodos hormonais ou cirurgia. No caso das infecções, o tratamento é realizado com uso de antibióticos. O tratamento dos miomas, em geral, também é cirúrgico”, explica a ginecologista.
Diagnóstico
Quem sente cólicas deve procurar um médico para identificar os motivos. O diagnóstico é baseado na história do paciente e nos exames físicos e ginecológicos. Às vezes, são necessários exames complementares, como dosagens hormonais, ultra-som transvaginal, ressonância magnética e, em último caso, laparoscopia.

 

Fonte: Terra – Vida e Saúde


CORAÇÃO

Julho 1, 2009

Doença cardiovascular é a principal causa de morte no Brasil

A doença cardiovascular é a principal causa de novas internações e de mortalidade no Brasil e nos países desenvolvidos, segundo o médico Everton Padilha Gomes, cardiologista assistente do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo (InCor). “É um tipo de dado surpreendente e silencioso porque, muitas vezes, se pensa que o traumatismo, os cânceres e doenças infecto-contagiosas sejam a principal causa de mortalidade. Mas, a doença cardiovascular é a principal causa.”

 

Gomes explica que cerca de 50% dos pacientes que sofrem um infarto agudo do miocárdio não chegam vivos a um hospital. Por isso, há necessidade de novas terapias, abordagens dinâmicas e mais rápidas em relação a esses casos, que possibilitem salvar vidas, com um atendimento precoce a esse tipo de pacientes. Com essa finalidade, foi desenvolvido o projeto Treinamento Integrado em Medicina de Emergência (Time), de capacitação de profissionais de saúde em todo o país, numa parceria do InCor com a Sociedade Brasileira de Clínica Médica, além de instituições educacionais do Rio de Janeiro e São Paulo.
O Time já passou este ano pelas cidades de Santo André, São Paulo e Campinas (SP), Dourados (MS) e Manaus (AM). Hoje, ele está no Rio de Janeiro, onde terá 10 edições com turmas de 30 alunos. A programação de 2009 prevê que o projeto passe ainda pelas cidades de Porto Alegre (RS), Sorocaba (SP), Recife (PE), Curitiba (PR), Brasília (DF), Rio Branco (AC), Natal (RN), Botucatu (SP), São José do Rio Preto (SP), Belo Horizonte (MG), retornando também a São Paulo.
O cardiologista do InCor explicou que o objetivo principal do projeto é reciclar os profissionais de saúde, “de tal maneira que eles possam dar um atendimento mais rápido aos pacientes. E, agindo da maneira correta, eles vão prevenir não somente o infarto, mas também sequelas que advêm de um infarto agudo do miocárdio, por exemplo, que não é tratado precocemente.” O número de internações de pacientes que sofreram um infarto no Brasil aumentou 65% no período de 1998 a 2005, subindo de 119 mil para 196 mil, de acordo com o Ministério da Saúde.
“A incidência de infarto tem sido crescente no país”, afirma o especialista. Outra curiosidade observada pelos médicos em relação à doença é que, ao contrário do que ocorria no passado, o infarto não está relacionado à pessoa idosa ou aposentada. Pessoas cada vez mais jovens sofrem de infarto agudo do miocárdio e necessitam de tratamento adequado”, afirma o médico Everton Gomes.
Entre os fatores que predispõem uma pessoa a ter um infarto estão a vida sedentária, sem a prática de exercícios físicos; alimentação industrializada, rica em gorduras; além do tabagismo, que ainda tem grande prevalência na população brasileira. O cardiologista afirma  que cada vez mais a sociedade brasileira está se parecendo com a sociedade do primeiro mundo. Advertiu, porém, que “esse primeiro mundo nem sempre traz vantagens do ponto de vista geral”.

 

A população brasileira experimentou uma transformação significativa nas últimas décadas. Há 40 anos, o grande fator de mortalidade no país eram as doenças infecciosas. Hoje, ainda há bolsões de pobreza onde ocorrem doenças infectocontagiosas, mas essa não é a causa maior de mortes no país, segundo o cardiologista. Também a média de vida do brasileiro aumentou de cerca de 65 anos, registrada há 15 anos, para 72 anos atualmente.

Estudo realizado por especialistas norte-americanos mostra que cada minuto perdido nas três primeiras horas após a apresentação de sintomas do infarto agudo do miocárdio custa ao paciente uma média de 11 dias de vida. Se o paciente não for atendido adequadamente nas primeiras horas, ele vai ter seqüelas que vão reduzir a sua vida. É uma pessoa cuja expectativa de vida diminui de maneira significativa”, alerta Everton Gomes.

 

Fonte: Terra – Vida e Saúde / Agência Brasil


Gripe A

Julho 1, 2009

Idosos são minoria entre os casos da nova gripe, mostram estudos

Doença infecta mais crianças e mata mais jovens adultos.
Britânico e brasileiro dizem que taxas são parecidas em todos os países.

 

A taxa de mortalidade da gripe A (inicialmente chamada de “gripe suína”) é semelhante ao de uma gripe comum, mas uma coisa tem intrigado os médicos que acompanham a evolução da pandemia. O vírus parece, até o momento, atingir menos aqueles que os especialistas esperavam ser as suas maiores vítimas: os idosos.

 

A maior parte das mortes pela doença tem ocorrido em jovens adultos, segundo dois estudos separados — um encomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e realizado por cientistas britânicos e outro feito por pesquisadores americanos e mexicanos. O G1 conversou com um dos autores do primeiro estudo, que foi divulgado no dia 19 na revista especializada “Science”. O segundo trabalho foi publicado nesta segunda-feira (29) no “New England Journal of Medicine”.

 

Sempre que surge um novo vírus de gripe, os sistemas de saúde alertam sobre os riscos para os mais velhos. Ao lado das crianças menores de dois anos, as pessoas de mais idade são, em geral, as principais vítimas fatais desse tipo de vírus e também quem sofre mais com complicações respiratórias. É por isso, por exemplo, que o Ministério da Saúde oferece vacina contra a gripe comum para maiores de 65 anos gratuitamente todos os anos.

 

A gripe A, no entanto, foge à regra. “Uma das coisas que mais chamam a atenção neste vírus é que, ao contrário da gripe sazonal, ele não tem infectado tanto as pessoas mais velhas”, explicou ao G1 o infectologista Christophe Fraser, do Imperial College, de Londres – coautor do estudo da OMS. “A maioria das infecções atinge crianças e a maior parte dos óbitos ocorre em jovens adultos”, afirma Fraser.

 

Isso não significa, é claro, que os idosos são imunes à gripe. Há casos de pessoas mais velhas infectadas, mas eles são minoria. A vigilância e os cuidados precisam ser mantidos, principalmente por que a gripe comum e a nova gripe são prevenidas da mesma maneira e a gripe comum tem mortalidade alta entre os mais velhos.

 

É difícil obter números fechados sobre as mortes, por que a doença segue avançando e os cientistas conseguiram analisar até agora apenas os números iniciais da pandemia. Mas os dados levantados por pesquisadores da Universidade do Arizona, nos EUA, e do Ministério da Saúde do México mostram a mesma coisa do estudo da OMS: a maior parte das mortes ocorreu entre pessoas com idades entre 5 e 59 anos – 87% dos 2155 casos de contaminação (com 100 mortes) levantados pelo grupo. Para comparação: apenas 17% das mortes por gripe comum entre 2006 e 2008 foram de pessoas nessa faixa etária.

 

O mesmo está sendo observado no Brasil. A única pessoa a morrer de gripe A no país até agora é um caminhoneiro de 29 anos. “A gripe tem acometido pessoas mais jovens do que seria esperado”, afirma Antônio Barone, do Hospital das Clínicas de São Paulo – responsável pelo plano de contingência para a gripe A do hospital.

 

O motivo ainda é um mistério. “É difícil saber a razão por que ainda há muita incerteza sobre o número de pessoas infectadas que não estão doentes o suficiente ou que não foram testadas, e que, por isso, não foram contabilizadas”, diz o médico britânico. O brasileiro segue o mesmo raciocínio. “Não podemos afirmar nada enquanto não estudarmos mais esse vírus”, afirma.

 

A equipe da universidade americana levanta a possibilidade dos mais velhos estarem mais protegidos por terem sidos expostos na infância ao vírus da pandemia de 1957. Nada disso, no entanto, foi comprovado.

 

Mortalidade

 

 

 

De acordo com a pesquisa da OMS, a mortalidade média da gripe A gira em torno de 0,4%. Isso é muito próximo da letalidade da gripe comum que, segundo o Ministério da Saúde brasileiro, é de 0,5%. Mas Fraser explica que essa taxa pode ser ainda menor para a gripe A.

 

“Não sabemos quantas pessoas estão infectadas mas não notificaram os sistemas de saúde e, portanto, não foram contabilizadas. Nos Estados Unidos, por exemplo, acreditamos que existam cerca de 10 a 100 casos não-detectados para cada um confirmado. Isso é importante por que se existirem tantos casos não-contabilizados, a taxa de mortalidade pode estar bem abaixo dos 0,2%”, explica Fraser.

 

Isso está de acordo com o que os médicos brasileiros estão observando. “Por enquanto, temos uma morte para cerca de 600 casos, o que é um pouco abaixo da mortalidade da gripe sazonal [a comum]”, afirma Barone.

 

Inverno

 

 

 

Os médicos acreditam também que o aumento no número de casos no Brasil está ligado à chegada do inverno no hemisfério. “Parece bem provável que o que está acontecendo agora na América do Sul é devido à chegada do inverno, e isso também explica [o aumento no número de casos na] Austrália e Nova Zelândia”, diz Fraser. “Mas devo notar que aqui no Reino Unido a epidemia está crescendo rapidamente e nós estamos bem no verão. Então não sabemos ainda o tamanho da importância dos fatores climáticos”, ressalta.

 

Cuidados

 

 

 

Todas essas incertezas sobre os perigos da nova gripe fazem os médicos ressaltarem a importância de se manter a vigilância. “É preciso enfatizar que a idade das pessoas que faleceram deixam claro que este vírus é bem diferente do da gripe sazonal e que ainda é muito cedo para complacência. Com certeza é um vírus bem menos severo que aquele de 1918 [da Gripe Espanhola], mas ele pode provar que é bem mais preocupante que a gripe comum se continuar a se espalhar”, afirma Fraser.

 

Fonte: G1 – Por Marília Juste


Agricultura

Julho 1, 2009

Relatório mostra que investir na agricultura é chave para reduzir pobreza

Investir na agricultura – principalmente na produção familiar – é a chave para a redução da pobreza e pode ajudar a solucionar as crises de alimentos, financeira e climática. A conclusão é do relatório Investir na Pequena Agricultura é Rentável, divulgado hoje (30) pela organização não governamental (ONG) britânica Oxfam. O documento traça um histórico dos investimentos na agricultura e indica a necessidade de mais aporte financeiro e apoio tecnológico para os pequenos produtores, em especial nas áreas com maiores dificuldades de acesso e de produtividade.

 

De acordo com o texto, 75% das pessoas pobres que sobrevivem com um dólar por dia trabalham e vivem em zonas rurais e a estimativa é  de que em 2025 esse percentual ainda seja de mais de 65%. “Não é possível reduzir a pobreza, nem estimular globalmente a agricultura e os meios de vida rural sem renovar o compromisso público de investir mais e de forma mais inteligente – com pesquisa e desenvolvimento agrícola, assim como em setores de apoio: saúde, educação, infraestrutura e meio ambiente”, sugere o relatório.

 

Entre o fim da década de 80 e o início dos anos 90 a ajuda internacional para o desenvolvimento da agricultura caiu 75% e desde então o montante de recursos repassados tem se mantido baixo se comparado a períodos anteriores. Em 2007, por exemplo, a União Européia doou US$ 1,4 bilhão, mas investiu “assombrosos US$130 bilhões” em seus setores agrícolas internos, segundo a Oxfam.

 

Em 2008, de acordo com a ONG, apenas US$1 bilhão dos US$ 12 bilhões prometidos pelas nações ricas chegaram de fato aos países pobres para lidar com a crise alimentar global. Outra crise, a financeira, pode agravar ainda mais a situação, diante da redução das reservas dos países e dos grandes aportes realizados para salvar instituições e a oferta de crédito. “A comunidade de [países] doadores está esgotando seus fundos, enquanto os governos nacionais veem seus depósitos minguarem”.

 

As soluções, segundo a Oxfam, devem ser compartilhadas entre governos, empresas e o terceiro setor e além de garantias de mais investimentos, passam por medidas como o desenvolvimento de mercados locais de sementes e o fortalecimento de organizações de pequenos produtores.

 

A ONG defende ações prioritárias para os agricultores que vivem nas chamadas áreas marginalizadas – ambientes remotos, com terras frágeis e degradadas e sem acesso a serviços básicos como água, saúde e educação.

 

“Os agricultores de zonas marginais são os que mais cuidam das terras mais degradadas, conservam a biodiversidade agrícola e manejam alguns dos solos mais frágeis do mundo. São aliados cruciais na luta contra as mudanças climáticas”.

 

O relatório também mostra a necessidade de apoio a tecnologias de baixo custo, o fortalecimento dos direitos trabalhistas, com legislações que garantam mais proteção aos trabalhadores da agricultura, além de investimentos direcionados para as mulheres.

 

O documento da Oxfam foi apresentado um dia antes da Assembléia da União Africana, que começa amanhã (1º) na Líbia e terá como tema principal o investimento em agricultura para garantir segurança alimentar e crescimento econômico.

 

Fonte: Agência Brasil – Por Luana Lourenço


Mototaxi

Julho 1, 2009

Senado deve aprovar o mototaxi

O Senado deve um projeto que regulamenta a profissão dos mototáxis, facilita a expansão dessa forma de deslocamento no país e preocupa especialistas — que temem pelo incentivo ao transporte individual e pelo aumento das mortes no trânsito.
Entidades ligadas aos mototaxistas preveem que, com a medida, a oferta desse tipo de transporte irá dobrar até 2010.

 

Em entrevista nesta segunda-feira para anunciar mudanças em circulação de ônibus fretados na cidade de São Paulo, o secretário municipal de Transportes, Alexandre de Moraes, se mostrou contrário à adoção da medida. “Temos estudos que comprovam que podem ocorrer 20 mortes por semana com a medida”, afirmou Moraes.

 

Hoje esse tipo de transporte já tem 500 mil profissionais, em 3.500 municípios, com 10 milhões de passageiros. A regulamentação federal tende a reduzir os obstáculos jurídicos para a presença dos mototáxis até em grandes cidades.

 

Técnicos temem a difusão desse transporte por considerá-lo inseguro e poluente. A opinião majoritária também é a de que se trata de um retrocesso ao estimular um tipo de viagem individual, em detrimento dos coletivos.

 

As empresas de ônibus também fazem pressão contra a medida devido ao temor de perder usuários. “Os políticos não se deram conta dos riscos. É um problema de saúde pública. O comportamento do “garupa” interfere diretamente nas condições de direção. A moto exige uma coordenação de movimentos”, diz Marcos Bicalho, da ANTP (associação de transportes públicos).

 

O texto que vai para votação no Senado avaliza a permissão de fazer transporte público com motos (que hoje é alvo de divergência jurídica), exige que a profissão só seja exercida por quem tiver mais de 21 anos e com curso a ser regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito.

Mesmo com regulamentação federal, cada prefeitura deverá decidir se quer ou não permitir a atividade no município.

 

Sem revés

 

Se ela for aprovada no Senado, vai à sanção do presidente Lula (PT). Tanto os setores favoráveis como contrários dizem que a medida não tende a enfrentar revés na votação.
“A possibilidade de passar é de uns 99,99%”, diz Robson Alves, presidente da Fenamoto (federação dos mototaxistas).

 

Fonte: Folha Online


Ellen Rocche

Julho 1, 2009

Ellen Rocche é modelo e atriz brasileira nascida na cidade de Ibaté em 19 de julho de 1979. Iniciou sua carreira participando de um programa apresentado por Silvio Santos, o Qual é a música?, dublando famosas intérpretes com seu rosto pintado. Em 2001 participou do reality show Casa dos Artistas 2. Trabalhou no programa Fantasia no SBT.  Em novembro de 2001 posou nua para a revista Playboy. Em 2002 foi eleita, em votação promovida pela revista VIP, a mulher mais sexy do mundo. Em 2006, ficou na segunda colocação da lista, perdendo para a atriz Juliana Paes. Em junho de 2007, voltou a ser capa da revista VIP.

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Disfunção Erétil

Junho 25, 2009

ejaculação precoce

 

 

 

 

 

 

 

Disfunção Erétil?

Falhar na hora H pode ser constrangedor tanto para os homens, que estão passando pela situação, quanto para as mulheres. Chamamos de falha a disfunção erétil na qual o homem é incapaz de ter ou manter uma ereção suficiente para a penetração.

 

Mas por que este problema acontece?

 

Segundo a psicóloga associada ao Instituto Paulista de Sexualidade, Giovanna Lucchesi, os motivos que fazem com que o homem não tenha um desempenho adequado podem ser diversos. “Dentre esses motivos podemos assinalar questões psicológicas, tais como: ansiedade, depressão, baixa auto-estima, inibição de desejo. A disfunção erétil pode ocorrer por questões físicas também, devido à diabetes não controlada, questões circulatórias, anatômicas ou neurológicas, não tratadas de maneira adequada”, explica.

 

Quem já passou por isso afirma que a disfunção acontece quando menos se espera. Foi o que aconteceu com a Mel, de 21 anos. “Tava tudo rolando muito bem, as preliminares estavam ótimas. Quando começou a esquentar eu e ele estávamos muito afim. Mas na hora H ele cochichou que não ia rolar, me pediu mil desculpas. Ele disse que nem ele entendia o porque”, contou.

 

Apesar das explicações médicas, algumas mulheres ainda acreditam que podem ser responsáveis pela falha do parceiro na hora H. A estudante Alice, de 20 anos, conta que já passou por esse problema com o ex-namorado. “Fiquei achando que a culpa era minha, não sabia o que fazer”, afirma. Mas para o psicólogo Diego Henrique Viviani, pesquisador associado ao Instituto Paulista de Sexualidade, não é tão simples colocar a culpa em alguém. “Precisamos olhar para como está essa relação, uma vez que ele pode ter uma parceria que o atraia e ainda assim pode ocorrer um caso de disfunção erétil. Muitas vezes a inabilidade de diálogo entre o casal pode prejudicar o encontro sexual, tendo em vista que ambos não conseguem falar o que preferem no sexo”, explica.

 

O fato é que mesmo sentindo atração pela parceira, isto pode acontecer. “É comum ouvirmos relatos de homens que por muito tempo desejaram determinada parceria e quando finalmente obtiveram oportunidade de ter o encontro sexual com essa pessoa, apresentaram uma disfunção eretiva. Isso pode ocorrer por que ele gerou algumas expectativas para esse encontro sexual, desenvolvendo um alto nível de ansiedade e podendo prejudicar seu desempenho”, afirma Diego.

 

Mas há uma forma de tentar pelo menos evitar este constrangimento todo. Giovanna explica: “Para uma sexualidade adequada é necessário construir uma relação de qualidade entre o casal que possibilite uma comunicação clara e assertiva. Assim qualquer disfunção sexual possa ser encarada de forma que os ajudem na busca da qualidade sexual”. A verdade é que um pouco de conversa sempre ajuda. “Após o acontecido, ficamos deitados batendo papo e rindo. Depois de algumas horas conversando, começamos a nos beijar de novo e aí aconteceu”, finaliza Mel.

 

Fonte – MBPress

Disfunção Erétil pode ser alerta para outras doenças

Um problema como a disfunção erétil pode atrapalhar bastante a vida sexual dos casais, mas, além disso, pode ser um alerta para outras doenças perigosas.

 

De acordo Gerson Lopes, médico chefe do Departamento de Medicina Sexual do Hospital Mater Dei, de Belo Horizonte, apesar do medo de falhar, desencadeado pela insegurança e ansiedade, ainda ser a principal causa de disfunção erétil, uma série de problemas pode fazer com que os homens deixem de ter a função sexual normal, como traumas, tabus, doenças, cirurgias e até alguns medicamentos. “A DE (disfunção erétil), pode ter origem psicogênica (causas psicológicas), orgânica ou mista (mistura de causas psicológicas e orgânicas)”.

 

Quando o problema aparece em homens a partir dos 50, o médico deve suspeitar de causas orgânicas. Existem diversos fatores de risco para que esses homens desenvolvam DE, são eles: sedentarismo, obesidade, diabetes, hipertensão arterial, colesterol elevado, usos de medicamentos anti-hipertensivos ou antidepressivos, estresse, depressão, tabagismo e excesso de bebida alcoólica.

 

É necessário estar atento, pois doenças sérias podem ser a causa do problema “Ao investigar as causas da dificuldade de ereção, é frequente a descoberta de doenças como hipertensão, diabetes, aumento da próstata, doenças cardiológicas, câncer de próstata e depressão”, revela Lopes.

 

Por isso o médico aconselha que o homem visite um urologista com freqüência. “Quando o homem vai ao urologista, ele não só pode encontrar melhora de sua qualidade de vida, mas pode estar se tratando de outras doenças e prevenindo o surgimento de outras, já que a DE é um marcador importante de doenças cardiovasculares”, reforça o especialista.

 

Fonte: Terra


Dinheiro Público

Junho 25, 2009

Socorro a bancos em 1 ano supera ajuda a países pobres em 50, diz ONU

A indústria financeira internacional recebeu no último ano quase dez vezes mais dinheiro público em ajuda do que todos os países pobres em meio século, segundo aponta um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Campanha da ONU pelas Metas do Milênio.
Segundo a organização, que promove o cumprimento das metas das Nações Unidas para o combate à pobreza no mundo, os países em desenvolvimento receberam em 49 anos o equivalente a US$ 2 trilhões em doações de países ricos.

 

Apenas no último ano, os bancos e outras instituições financeiras ameaçadas pela crise global receberam US$ 18 trilhões em ajuda pública.
A divulgação do relatório coincide com o início de uma conferência entre países ricos e pobres na sede da ONU, em Nova York, para discutir o impacto da pior crise econômica mundial desde os anos 1930.
O encontro, que acontece até o dia 26, tem como principal objetivo “identificar as respostas de emergência para mitigar o impacto da crise em longo prazo”, segundo a convocação das Nações Unidas.
Um dos principais desafios da reunião será conseguir um compromisso que permita unir países industrializados e em desenvolvimento para definir uma nova estrutura financeira mundial, prestando atenção especial às populações mais vulneráveis.
Vontade política
O relatório da Campanha pelas Metas do Milênio argumenta que a destinação de dinheiro ao desenvolvimento dos países mais pobres não é uma questão de falta de recursos, mas sim de vontade política.
“Sempre digo que se você fizer uma promessa e não cumprir, é quase um pecado, mas se fizer uma promessa a pessoas pobres e não cumprir, então é praticamente um crime”, disse à BBC o diretor da Campanha pelas Metas do Milênio, Salil Shetty.
“O que é ainda mais paradoxal é que esses compromissos (firmados pelos países ricos para ajudar os pobres) são voluntários. Ninguém os obriga a firmá-los, mas logo eles são renegados”, lamentou.
“O que pedimos de verdade é que nas próximas reuniões, na ONU nesta semana, e na cúpula do G-8 (em julho), os países ricos apresentem uma agenda clara para cumprir com as promessas que fizeram”, disse Shetty.
O relatório da organização observa ainda que a crise mundial piorará a situação dos países mais pobres. Na última semana, a FAO (Organização para a Agricultura e Alimentação) afirmou que a crise deixará 1 bilhão de pessoas em todo o mundo passando fome.
Para Shetty, é importante que os países pobres também participem de qualquer discussão sobre a crise financeira global.
“Hoje eles não têm nenhuma voz nas principais instituições financeiras. Enquanto não participarem da tomada de decisões, as coisas nunca vão mudar”, afirmou.

 

Fonte: BBC Brasil


Drogas, Cocaína e HIV

Junho 25, 2009

Maior mercado consumidor de cocaína da América do Sul está no Brasil, diz relatório da ONU

O consumo de cocaína também está crescendo em vários países da América do Sul, incluindo o Brasil. É o que aponta relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre drogas divulgado nesta quarta-feira (24). Em números absolutos, o mercado brasileiro é o que mais consome a droga no continente, com cerca de 890 mil usuários, o equivalente a 0,7% da população entre 12 e 65 anos, segundo dados dos anos 2006/2007. Em 2001, os usuários de cocaína representavam 0,4% da população.
Se o consumo aumenta, crescem também as apreensões da droga. Nos países do Cone Sul (Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai), as apreensões passaram de 10 toneladas no ano 2000 para 38 toneladas em 2007. “Isso reflete o aumento crescente da importância desses países para o tráfico de cocaína, tanto para satisfazer a demanda interna quanto para reexportar a cocaína para mercados como Europa, África e região do Pacífico”, constata a ONU, em seu relatório.

 

Em 2007, a América do Sul contribuiu com 45% do total mundial de apreensões da droga, o equivalente a 323 toneladas. Mais de 60% desse número veio da Colômbia. No Brasil, foram apreendidas 17 toneladas de cocaína, o que coloca o país em 10º no ranking mundial. No ano anterior, o Brasil ocupava a 12ª posição, com pouco mais de 14 toneladas apreendidas.
De acordo com a Polícia Federal, a apreensão de cocaína no país aumentou entre 2007 e 2008, passando de 18,5 toneladas para 20 toneladas. “Contudo, esse não é o nosso principal objetivo. Temos tentado fazer a desarticulação das organizações criminosas que atuam neste comércio”, disse Roberto Troncon Filho, diretor de combate ao crime organizado da PF.
O relatório da ONU destaca, no entanto, uma queda na produção de cocaína no mundo todo. Em 2004, a produção superou as 1.000 toneladas, número que caiu para 845 toneladas no último levantamento. A redução de 28% na produção da droga na Colômbia contribuiu para a diminuição global, de acordo com o relatório.


Crack: apreensão quase quadruplica
No caso do crack, as apreensões no Brasil cresceram quase quatro vezes de 2006 para 2007, passando de 145,3 toneladas para 578 toneladas. No período histórico do levantamento, que começa em 2002, o ano em que a apreensão da droga foi menor no país foi 2004, com 101 toneladas apreendidas. Em toda América do Sul, as apreensões passaram de 479,3 toneladas em 2006 para 706,8 toneladas no ano seguinte.
Maconha
O consumo de maconha no Brasil está aumentando. Segundo o documento da ONU, a taxa anual de consumo no país passou de 1% em 2001 para 2,6% em 2005. “De acordo com as autoridades brasileiras, esse número parece continuar subindo nos anos subsequentes”, afirma o relatório.

 

Segundo as Nações Unidas, a maconha continua sendo a droga mais cultivada e consumida em todo o mundo. E o alerta do relatório é para os danos que a droga traz à saúde. “O índice médio de THC (o componente prejudicial da droga) observado na maconha na América do Norte quase dobrou na última década. Essa mudança traz grandes implicações à saúde, evidenciada por um aumento significante no número de pessoas em busca de tratamento.”
Heroína e drogas injetáveis


O relatório da ONU aponta que o Brasil tem o maior número de usuários de opiáceos (ópio, heroína, morfina) entre os países da América do Sul. São cerca de 635 mil usuários, ou 0,5% da população entre 12 e 65 anos. A maioria usa analgésicos e só uma pequena parte usa heroína (menos de 0,05%). “Os dados mostram uma tendência de estabilização no uso de opiáceos nas Américas, mas tendências de crescimento no México, na Venezuela e na Argentina”, diz o documento.

 

No caso das drogas injetáveis, o Brasil está entre os países com a maior população de usuários. Ao lado de China, Estados Unidos e Rússia, soma 45% do total estimado de usuários no mundo.
O relatório alerta para o perigo de infecção pelo vírus da Aids. Estima-se que entre 0,8 milhão e 6,6 milhões de usuários de drogas injetáveis no mundo inteiro estejam infectados pelo vírus HIV, principalmente no Leste Europeu, Leste e Sudoeste da Ásia e América Latina.
“Faz-se necessário realizar investimentos na saúde pública para enfrentar esse problema”, afirma o relatório, observando que os dados sobre uso de drogas injetáveis “são de baixa confiabilidade, considerando o estigma existente em relação a esse tipo de usuário”.
O relatório da ONU é feito com base em dados fornecidos pelos governos por meio de questionários enviados ao escritório sobre drogas e crime no ano passado. Os dados são complementados pelas Nações Unidas.

 

DADOS DO BRASIL SOBRE USUÁRIOS DE DROGAS JOVENS NA AMÉRICA DO SUL

 

 

Cocaína

 

1º lugar
 

Anfetaminas

 

2º, atrás da Colômbia
 

Maconha

 

5º lugar, atrás de Chile, Uruguai, Colômbia e Argentina

  Fonte: UOL Notícias – Por Claudia Andrade

ONU: 48% dos usuários de drogas injetáveis no Brasil tem HIV

A Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou nesta quarta-feira que , em 2008, 48% dos usuários de drogas injetáveis no Brasil estavam infectados com o vírus HIV. O dado está contido no Relatório Mundial sobre Drogas 2009, divulgado hoje.

 

O País é o terceiro colocado em uma lista com a relação países com usuários de drogas injetáveis infectados pela aids. Encabeçam a lista a Estônia (72,1% de infectados) e a Argentina (49,7%).

 

O relatório aponta ainda o Brasil como o 10º país com maior número de apreensões de cocaína no mundo, com 2% das apreensões em 2007. Lideram as apreensões a Colômbia (27%), Estados Unidos (21%) e Panamá (8%).

 

A ONU indica também que houve aumento no consumo da droga em países da América do Sul, inclusive o Brasil, em 2007. Na América do Norte o uso caiu e na Europa se manteve estável no mesmo ano.

 

O Brasil, afirma a ONU, é o maior mercado consumidor de cocaína na América do Sul em número absolutos. A organização estima que aproximadamente 890 mil pessoas ou 0,7% da população entre 12 e 65 anos consomem a droga, um aumento de 0,4% em relação aos dados de 2001. A Argentina é o segundo, estimado em 660 mil pessoas.

 

Redação Terra