Zona e Zorra na Zona 7 e Jardim Universitário

Abril 10, 2008

A seguinte matéria foi publicada no Diarim no dia 28/03 (sexta-feira) assinada por Jota de Maringaquistão.

A verdade sobre o caso da Zona 07/Estudantes da Uem

A verdade sobre a discussão das “badernas” nas imediações da Uem, em botecos, nas ruas da Zona 07 é a seguinte.

Quando eu tinha 18 anos eu queria que tudo ia pra PQP. Até expulso do Tiro de Guerra eu fui, porque fugi da guarda fardado e fui zua na Tiradentes. Era o máximo pra mim, os amigos pagavam um pau pra mim. Ai o dia que precisei da reservista fui ver a fria que tinha entrado. Isso é um exemplo da irresponsabilidade de um adolescente.

Hoje com 02 filhos para criar tenho até medo de ir em certos lugares de Maringá, pois o ambiente não é confiável e nem recomendado para ir com crianças. Logo conclui-se que hope tenho responsabilidade.

Concluindo: NÃO GENERALIZO, MAS A MAIORIA DO PESSOAL QUE FREQUENTA AS IMEDIAÇÕES DA UEM/ZONA 07 QUER FESTA E FESTA E FESTA. O RESTO QUE SE FODA. O SOM TA ALTO…AUMENTA MAIS…TA BEBADO…BEBE MAIS…SÓ TERÃO CONSCIENCIA QUANDO TIVEREM RESPONSABILIDADES, OU VC ACHA QUE QUEM ACORDA CEDO, TRABALHA, ESTUDA, TEM QUE SEGURAR DINHEIRO PRA PASSAR O MÊS FICA LÁ DE BOBEIRA ?

 

Minha observação é a respeito da situação de constrangimento, falta de respeito e principalmente de segurança por que passa toda a população residente na Zona 07 e Jardim Universitário.
São muitas famílias que perderam o direito de viver em paz devido ao vandalismo, ao tumulto, arruaças, ao barulho e tantos outros problemas causados por uma molecada mal educada, vândalos, bêbados, viciados, Patricinhas e Mauricinhos filhinhos de papai e mamãe que desfilam com seus carrões onde investiram uma grana preta em equipamento de som só para ver quem faz mais barulho.
Para quem passar pelo local depois de determinada hora noturna, principalmente às noites de quinta-feira, é comum ver os arruaceiros fechando as ruas com seus carros, bebendo até cair em plena calçada, fumando maconha livremente, e gatões e gatinhas abaixando as calças para fazer as necessidades (mijando e cagando) em plena rua e calçada. Desculpem o vocabulário, mas é exatamente o que acontece.
Os moradores se tornaram reféns destes desocupados, que ainda ameaçam os moradores que tentarem qualquer ato para acabar com a bagunça.
Estes moradores, senhores e senhoras pais de família, que precisam trabalhar para sustentar sua prole, por mais que procurem auxílio das autoridades, acabam sempre frustrados com uma zorra que parece não ter fim.
É passada a hora das autoridades acabarem de vez com esta zona, esta zorra, este tormento…