Corte nos subsídios agrícolas dos EUA agrada mas não empolga agricultores brasileiros

Fevereiro 28, 2009

agricultura

A proposta de orçamento para 2010 apresentada pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi bem recebida no Brasil, mas não chega a empolgar produtores rurais e especialistas do setor agrícola. Entre as novas regras propostas estão o fim dos subsídios aos grandes produtores rurais, a fixação de um teto de US$ 250 mil para os programas de apoio financeiro governamental e a redução dos subsídios ao seguro agrícola.

 

O deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS), da Frente Parlamentar da Agropecuária, afirmou que o fim dos subsídios agrícolas internacionais está, há algum tempo, entre as principais discussões dentro do Congresso brasileiro, e se diz satisfeito com o posicionamento do presidente norte-americano. “O primeiro passo ele está dando e o aplaudimos. Enquanto os agricultores americanos recebem altos subsídios, os nossos estão com o dinheiro encalacrado no bancos. Por isso a dívida do setor é de R$ 120 bilhões”, disse.

 

Haroldo Cunha, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), afirmou que os chamados pagamentos diretos beneficiam, hoje, produtores de todos as culturas agrícolas. A limitação deste apoio, na sua avaliação, tira um pouco da competitividade dos agricultores norte-americanos. “É um dinheiro certo que eles tinham. A gente ainda não sabe de quanto será a redução e qual o tamanho do impacto disso, mas acredito quer qualquer redução vai significar perda de competitividade para o produtor americano”, afirmou.

 

Uma das medidas anunciadas por Obama é justamente na cadeia produtora de algodão: fim dos subsídios à estocagem do produto. “Na medida em que for retirando os subsídios em qualquer parte do processo produtivo, seja na comercialização, na produção, nos pagamentos diretos ou na estocagem, os produtores passam a perder competitividade e talvez migrem para outras culturas e a gente acabe ganhando espaço”, disse o presidente da Abrapa.

 

Saulo Nogueira, pesquisador do Instituto Icone, não está otimista quanto ao impacto econômico das medidas de Obama sobre a produção e as exportações brasileiras. Segundo ele, nos Estados Unidos há dois milhões de propriedades rurais e apenas 110 mil faturam acima de US$ 500 mil por ano e serão excluídas dos programas de ajuda financeira do governo. Muitos dos produtores que hoje competem com o Brasil são de médio porte e continuarão recebendo subsídios, afirmou.

 

“É difícil estimar o real impacto porque não se sabe até que ponto esse subsídio direto afeta a produção destas grandes propriedades, eles podem conseguir outras linhas de financiamento. Também é necessário ver qual o percentual de exportações destas propriedades que vai para países onde o Brasil também compete, para onde queremos exportar”, disse.

 

A mudança de algumas regras na concessão de subsídios também não deve influenciar as negociações da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), acredita o especialista. Isso porque em julho foi negociado que o teto para o total de subsídios norte-americanos ficaria em torno de US$ 14 bilhões – praticamente o dobro da ajuda financeira atualmente concedida pelo governo aos agricultores.

 

“Apesar de ser um sinal positivo que o governo de Obama está dando aos outros países da OMC, não vai ter muita repercussão nas negociações multilaterais de comércio pois o que está emperrando a Rodada, agora, são outros temas, como as salvaguardas especiais”, afirmou.

 

As perspectivas são um pouco mais positivas para o médio prazo. Saulo Nogueira acredita que deve haver uma queda nas exportações norte-americanas de algumas commodities para determinados países como os do Oriente Médio, África e Ásia – novos mercados que o Brasil está disputando.

  

Fonte: Agência Brasil


Pacientes com doenças raras recorrem à Justiça para conseguir medicamentos

Fevereiro 28, 2009

O governo federal precisa de uma política específica para o atendimento de pacientes com doenças raras, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica, Salmo Raskin. Em entrevista à Agência Brasil, o médico geneticista afirmou que o atendimento ainda é desorganizado e não obedece praticamente a nenhuma diretriz médica, mas sim a ações judiciais.


“As pessoas entram com ação contra o governo, na maioria das vezes acabam ganhando essas ações, claro que muitas pessoas na verdade deveriam mesmo receber o medicamento, mas é possível que existam casos que não preencheriam certos critérios pra receber os medicamentos”, disse.


Esse tipo de parâmetro clínico é necessário para o diagnóstico e para a definição do tratamento em particular porque, em se tratando de doenças raras, o tratamento, quando existe, é de alto custo. Ainda que nos últimos anos a indústria farmacêutica tenha se dedicado a desenvolver tratamento para essas doenças, como o investimento é grande e o mercado é pequeno, o preço dos remédios é muito alto quando estão prontos para serem usados pelos pacientes.

Por isso, “não pode acontecer de pacientes que não precisam do medicamento ou pacientes para os quais o medicamento não terá utilidade façam uso dele, onerando o Estado”, disse.


A situação é testemunhada por Wanderlei Fante, de Campinas (SP). Ele é portador da Doença de Fabry, doença rara caracterizada pela deficiência de uma enzima que retira gordura do corpo. Com essa deficiência, essa gordura vai se acumulando com o tempo em diversos órgãos, podendo até levar à morte.

Wanderlei é presidente da Associação Brasileira de Pacientes Portadores da Doença de Fabry e disse que ainda falta apoio do governo para o tratamento adequado. “A gente fica em busca própria [por tratamento]; foi o que aconteceu comigo, sentindo a necessidade de outras pessoas, eu fundei a associação para gente nos unir e buscar uma melhor qualidade referente a esse tratamento, esse apoio”.


A principal luta ainda é pelo o que eles consideram como o apoio fundamental: medicamentos. “O nosso medicamento não está ainda incluído na lista do SUS, então se torna muito difícil o acesso ao medicamento e a gente precisa desenvolver um bom trabalho para que se tenha acesso ao tratamento, para garantir a vida”, explicou.


Apesar dessas dificuldades, o geneticista Salmo Raskin ressaltou que a Portaria 81, instituindo a Política Nacional de Genética Clínica, é uma vitória e traz novas esperanças. “Só o fato de ter admitido que as doenças raras passam a ser um problema de saúde pública no Brasil é um passo histórico, nós não podemos desmerecer”.


Ele disse que, com a portaria, de janeiro deste ano, daqui a dez anos a situação do atendimento de genética pode estar completamente diferente. “Se ela tivesse vindo há dez anos, hoje as coisas estariam fluindo muito melhor, a estrutura de atendimento em genética já teria se consolidado no país e certamente as pessoas poderiam ter uma qualidade de vida muito melhor, principalmente nas famílias que têm esse tipo de doença”, concluiu.

 

 Fonte: Agência Brasil


Obama se diz determinado a aprovar medidas polêmicas do Orçamento

Fevereiro 28, 2009

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se disse determinado neste sábado a lutar por seu projeto de orçamento de 2010, que prevê novos investimentos principalmente em energia limpa, mas avisou que não será fácil.

 

“Eu não estou aqui para fazer a mesma coisa que vinham fazendo [até aqui] ou para adotar medidas limitadas. Eu vim para trazer a mudança radical que o país pediu nas eleições de novembro”, declarou Obama em seu programa semanal de rádio. “É a mudança que este Orçamento começa a fazer, e é a mudança pela qual eu vou lutar durante as próximas semanas.”

 

O Orçamento de US$ 3,552 trilhões para o ano fiscal de 2010 prevê eliminar o desperdício e os programas ineficazes, criar um mercado de cotas de emissão de gases causadores do efeito estufa, lança as bases de uma ampla reforma na cobertura de saúde e aumenta os impostos sobre a alta renda.

 

Obama se disse “consciente de que a adoção deste Orçamento não será fácil, porque ele representa uma mudança real e espetacular, representa também uma ameaça ao status quo em Washington.”

 

“As companhias de convênios médicos não gostarão da ideia de concorrer com o seguro-saúde do governo para os idosos, os bancos e as empresas de empréstimos estudantis não gostarão da ideia de acabarmos com suas enormes vantagens fiscais”, advertiu.

 

O projeto prevê também o corte de quase US$ 30 bilhões de deduções fiscais para as companhias petroleiras e de gás, mas Obama avisou que o dinheiro tirado destas economias iria para a indústria da energia renovável e criaria novos empregos.

 

“Em outras palavras, eu sei que as medidas não agradarão os interesses particulares e os lobistas que apostaram na antiga forma de fazer negócios e sei que, neste momento em que estou falando, eles se preparam para lutar”, acrescentou. “Mas eu digo a eles: é assim que eu sou. Eu trabalho para os americanos.”

 

 

Fonte: Folha Online


É muita gente!

Fevereiro 28, 2009

Neste momento, 378 homens públicos brasileiros respondem a processo no Supremo Tribunal Federal. Isso quer dizer que mais da metade dos 594 parlamentares e dos 35 ministros estão respondendo a processos na Justiça.

 

São deputados, senadores e ministros que têm a chamada “prerrogativa de foro” – ou seja, o direito de responder a processos perante o Supremo Tribunal Federal e não perante a Justiça em seus Estados. São 275 inquéritos e 103 ações penais em acusações de desvio de dinheiro público, crimes de reponsabilidade, crimes contra o Sistema Financeiro e fraude em licitação.

 

O levantamento foi feito pelo próprio STF e mostra que vem aumentando fortemente o número de políticos com processos na Justiça. Em 2007, eram apenas 50. O número aumenta porque as investigações também crescem, mas há também casos de disputa política que se transforma num processo.

 

Tudo isso, sem contar que mais sete governadores estão sendo julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por crimes eleitorais. Um, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) já perdeu o mandato.

 

Fica a pergunta: Estamos melhorando ou piorando a nossa representação política?

 

Vale lembrar que muitos processos contra políticos ficam “passeando” pelas diversas instâncias do Judiciário. Isso, aliás, pode ser considerado em alguns casos estratégia para escapar do julgamento. Se o político é prefeito, o processo tramita no Tribunal de Justiça de seu Estado; se ele se elege governador, um eventual processo segue para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mas se ele se elege deputado ou senador ou é nomeado ministro, vai para o Supremo Tribunal Federal. Neste caso, se o mandato se encerra ou ele perde o posto, o processo volta para a instância inferior. E neste vai-e-vem, perde-se (ou se ganha, no ponto de vista deles) anos até que o processo seja julgado.

 

 Fonte: Blog da Cristiana Lôbo – Os bastidores da Política


DROGAS – MACONHA

Fevereiro 28, 2009

Imposto sobre a maconha pode ajudar a Califórnia a sair da crise

 

Imposto sobre a maconha pode ajudar Califórnia a sair da crise
O projeto de lei de um deputado do Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, propõe a legalização da maconha e a cobrança de impostos sobre a venda da droga, como forma de ajudar a reduzir o alto déficit do Estado.


O projeto do representante democrata de San Francisco, Tom Ammiano, legalizaria o cultivo, a posse e a venda de maconha para maiores de 21 anos. A utilização medicinal da maconha já é legal na Califórnia, mas a nova legislação iria além disto, permitindo o uso da substância para consumidores comuns.

Cultivadores da erva e atacadistas pagariam uma taxa inicial de franquia de US$ 5 mil, além de um imposto anual de US$ 2,5 mil. Já os revendedores pagariam US$ 50 por cada onça (28 gramas) do produto.


Críticos da proposta acreditam que a legalização estimularia o consumo da maconha e levaria ao uso de drogas mais pesadas e que ao cobrar imposto o governo teria interesse em manter elevado o consumo.


E você o que acha? Você acredita que a legalização estimularia o consumo? Você acha errado o governo cobrar imposto sobre a venda de drogas?

 

 

Fonte: BBC Brasil

 

 

 

O Uso Medicinal da Maconha (Cannabis sativa)

 

 

Em resposta à pressão pública para a aprovação do uso medicinal da maconha, o órgão responsável pelo controle de medicamentos dos Estados Unidos (the Office of National Drug Control Policy, Washington,DC) patrocinou um estudo realizado pelo Institute of Medicine, que teve como autores o Dr. Stanley J. Watson, o Dr. John A. Benson e a Dra. Janet E. Joy.


Este tinha como objetivo avaliar as evidências científicas dos benefícios e dos riscos do uso da maconha na medicina. Baseou-se em conhecimentos científicos e populares e foi validado por especialistas no assunto. O estudo foi publicado na revista Archives of General Psychiatry de junho de 2000.


A principal finalidade deste estudo foi determinar o que é verdadeiro e o que é falso a respeito do efeito terapêutico da maconha. Ele consiste em uma revisão sobre os mecanismos e locais de ação da droga, bem como, a eficácia e falhas de seu uso medicinal. Inclui também uma análise dos efeitos crônicos e agudos da maconha, sendo comparados os seus efeitos adversos com os de outras drogas já padronizadas.


A biologia da maconha


O conhecimento a respeito da neurobiologia da maconha vem mudando dramaticamente na última década. Foram descobertos dois tipos de receptores (estruturas orgânicas que se ligam aos componentes químicos da maconha e permitem sua ação dentro das células), que receberam o nome de CB1 e CB2, estes se localizam principalmente no cérebro e nas células do sistema imune.


Dentro do cérebro, estes receptores estão concentrados no sistema límbico, no córtex cerebral, no sistema motor e no hipocampo. Essas localizações explicam, em parte, os sintomas provocados pela maconha, como as alterações do estado mental, as mudanças de humor e as alterações da coordenação motora.


Seus efeitos sobre o sistema imune ainda não são bem conhecidos.


O papel da maconha na dor


Evidências de pesquisas em animais e em homens indicam que a maconha pode produzir um efeito analgésico importante. Porém, mais estudos devem ser feitos para estabelecer a magnitude e a duração deste efeito, nas diversas condições clínicas. Os pacientes que poderiam ser beneficiados com o uso dessa droga seriam aqueles em uso de quimioterapia, em pós-operatório, com trauma raquimedular (lesão da coluna vertebral com acometimento da medula), com neuropatia periférica, em fase pós-infarto cerebral, com AIDS, ou com qualquer outra condição clínica associada a um quadro importante de dor crônica.

Quimioterapia induzindo náuseas e vômitos


Muitos oncologistas e pacientes defendem o uso da maconha, ou do THC (seu principal componente já estudado) como agente antiemético. Mas quando comparada com outros agentes, a maconha tem um efeito menor do que as drogas já existentes. Contudo, seus efeitos podem ser aumentados quando associados com outros antieméticos. Dessa maneira, o uso da cannabis na quimioterapia pode ser eficiente em pacientes com náuseas e vômitos não controlados com outros medicamentos.


Desnutrição e estimulação do apetite


Os estudos sobre os efeitos da maconha sugerem que esta droga pode ser importante no tratamento da desnutrição e da perda do apetite em pacientes com AIDS ou câncer. Mas outros medicamentos são mais efetivos do que a maconha, portanto, os autores recomendam pesquisas mais aprofundadas para avaliar a ação da maconha nesses pacientes.


Espasmo Muscular


Como já foi dito anteriormente, a maconha afeta o movimento, e estudos tem demonstrado que ela pode ajudar no controle do espasmo muscular (encontrado na esclerose múltipla ou no traumatismo raquimedular).


Mas as pesquisas que avaliaram essa capacidade da maconha devem ser analisadas com cuidado, uma vez que, outros sintomas associados a estas doenças, como a ansiedade, podem aumentar os espasmos, e nesse caso, a maconha poderia ter sua ação diminuindo a ansiedade e não controlando o espasmo propriamente dito. Por isso, os autores acreditam que mais estudos devem ser realizados para se confirmar esse efeito da maconha.


Movimentos desordenados


Estudos em animais demonstram que o uso da maconha pode estimular os movimentos em doses baixas e pode inibí-los em doses altas. Esta característica pode ser importante para o desenvolvimento de tratamentos para as desordens motoras na doença de Parkinson. Os autores acreditam que novos estudos devem ser feitos para avaliar a quantidade exata da droga que pode ser eficiente no tratamento dessa condição.


Epilepsiaepilepsia é impedir completamente as crises. Os estudos a esse respeito ainda estão se iniciando, e muitas vezes as crises não foram inibidas com o uso da maconha, portanto, os autores acreditam que pesquisas com pessoas ainda não devem ser indicadas.

O principal objetivo do tratamento da


Glaucomaglaucoma ser uma das indicações mais citadas para o uso da maconha, os dados existentes não suportam esta indicação. A pressão alta intra-ocular é um dos fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma e a maconha poderia agir diminuindo esta pressão. Mas esse efeito é de curta duração e só é conseguido com altas doses da droga. Como as altas doses provocam muitos efeitos indesejáveis e as medicações já existentes são bastante efetivas e com efeitos colaterais mínimos, os autores acreditam que o uso da cannabis nessa condição ainda não está indicado.

Apesar do


Efeitos adversos


Os efeitos adversos da cannabis podem ser divididos em duas categorias: os efeitos do hábito de fumar crônico e os efeitos do THC. O fumo crônico da maconha provoca alterações das células do trato respiratório, e aumentam a incidência de câncer de pulmão entre os usuários. Os efeitos associados ao longo tempo de exposição ao THC são a dependência dos efeitos psicoativos e a síndrome de abstinência com a cessação do uso. Os sintomas da síndrome de abstinência incluem agitação, insônia, irritabilidade, náusea e cãibras.


Alguns autores sugerem que a maconha é uma porta de entrada para outras drogas ilícitas. Mas ainda não existem estudos científicos que comprovem essa hipótese. E outras drogas como o tabaco e o álcool, na verdade, são as primeiras drogas a serem usadas antes da maconha.


Conclusãonáuseas e vômitos, e estimulação do apetite. Seus efeitos foram melhores estabelecidos para o THC. Mas a maconha possui vários outros componentes que não tem seus efeitos estudados, e que podem trazer muitos riscos.

Resumindo, os dados indicam um efeito terapêutico modesto, particularmente, no controle da dor, alívio de

 

Os dados atuais não afastam e nem dão suporte para a hipótese de que o uso medicinal da maconha poderia aumentar o uso ilícito dessa droga. Ao final do estudo os autores concluíram que o futuro do uso terapêutico da maconha está associado com o desenvolvimento de substâncias puras, e não com o fumo da mesma.maconha1

 

 

Fonte: UOL / Boa Saúde – Arch Gen Psychiatry 2000;57:547-552 – Vol.57 No. 6, june 2000.


Programa espião mostra tudo que acontece no PC

Fevereiro 28, 2009

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Desde o advento da inclusão digital, milhares de pessoas entram em paranóia sobre as relações online de seus parceiros. Como é muito fácil manter o anonimato nos chats e ferramentas online como MSN Messenger, AOL Instant Message ou ICQ, a traição virtual virou moda e mais e mais casais entram em infindáveis discussões por isso. Para completar a receita, o Orkut está aí está aí, permitindo que você ache sua paixão de adolescência e faça confissões indiscretas nos depoimentos.

 

Caso você seja um desses namorados ou maridos que perdem o sono imaginando onde sua garota está navegando, um programa promete entregar de mão beijada todo movimento que ela fizer no computador. Com o apropriado nome de Pandora, referência ao mito grego da caixa aberta pela primeira mulher e que libertou todos os males sobre os homens, o software monitora acessos à internet, conversações, utilização de programas e até mesmo de webcams.

 

Testamos a versão de experimentação, que permite pleno uso por uma hora e meia e é apropriado dizer que o resultado final dá medo. A começar pela instalação. Você pode colocar o programa no computador-alvo de maneira indetectável, ou seja, ninguém vai saber que o Pandora está instalado, seja pela lista de programas ou pela opção “remover software” do Painel de Controle. Para acessá-lo, basta programar quais teclas devem ser apertadas e ainda é necessário o uso de uma senha para ativação.

 

O programa permite ainda que você receba, no e-mail e intervalo de tempo de sua preferência, um relatório completo das atividades daquele hardware. Para os mais psicóticos, o Pandora possui a funcionalidade de lhe remeter também cópia de qualquer e-mail que seja disparado daquela máquina.

 

Na realidade, a Pandora Corporation desenvolveu seu software mirando controle de pais sobre os acessos à internet de seus filhos (tanto que ele também funciona como bloqueio de sites) e arma contra os predadores da net, mas não é difícil imaginar uma utilização mais perniciosa e invasiva. De qualquer maneira, ele é um grande sucesso entre a crítica especializada.

 

Para testar, acesse http://www.pcpandora.com/. A versão 5, recém-lançada, custa US$ 69,95. Só é bom lembrar que a Constituição Federal Brasileira, no artigo 5º, Incisos X a XII, garante a privacidade e a inviolabilidade da vida privada, da honra, da residência e o sigilo da correspondência e telefonemas do indivíduo, com pleno direito a indenização por danos morais e materiais. Portanto, vale mais um bate-papo para solucionar as suspeitas do que bancar o Grande Irmão.

  

Fonte: Terra Tecnologia – Por Claudio Pucci


Lésbicas ganham direto a tratamento público para ter bebê na Grã-Bretanha

Fevereiro 28, 2009

Um casal de lésbicas da cidade de Glasgow, na Escócia, conseguiu o direito a um tratamento para ter um filho na rede pública de saúde britânica (NHS, na sigla em inglês), depois de ameaçar processar autoridades do setor. A rede pública de saúde de Glasgow havia inicialmente rejeitado o pedido de Caroline Harris e Julie McMullan para uma fertilização in vitro, alegando que as duas não poderiam ser classificadas como um casal estéril.

 

A diretoria de saúde local afirmou que analisou novamente o caso, levando em conta a lei britânica de igualdade, e decidiu aprovar o tratamento.


“Como casal, estes dois indivíduos são biologicamente capazes de conceber e, então, a diretoria inicialmente foi da opinião de que o casal não atendia aos critérios necessários para um tratamento financiado pelo NHS”, disse um porta-voz da diretoria.


“Entretanto, a diretoria reconsiderou sua opinião tendo em vista outras regras, incluindo a Lei de Fertilização e Embriologia Humana de 2008 e a Lei de Igualdade (Orientação Sexual), de 2007, e agora decidiu oferecer o tratamento a este casal.”

 

As mulheres estavam processando a diretoria de saúde de Glasgow e região, reivindicando 20 mil libras (cerca de R$ 67 mil) para cobrir os custos do tratamento, depois de tentar sem sucesso conseguir a fertilização em hospitais particulares.

O casal tentou o tratamento particular depois que o serviço público de saúde recusou o pedido inicial. As duas levaram o caso à Justiça em Edimburgo, e uma revisão judicial da decisão seria divulgada em breve.


O casal foi até o clínico geral da rede pública em janeiro de 2007, e o médico afirmou que elas teriam que pagar por um tratamento de fertilização na rede privada.

Caroline Harris passou por seis inseminações intrauterinas em um hospital particular e um tratamento de fertilização in vitro em fevereiro de 2008. Nenhuma destas tentativas resultou em gravidez.


Elas voltaram ao clínico geral, que as encaminhou à unidade local de concepção assistida.


Em uma carta de julho de 2008, um consultor da unidade afirmou que elas “não atendiam aos critérios” para a fertilização in vitro e “infelizmente, como formam um casal do mesmo sexo, elas não seriam um casal qualificado para o tratamento financiado pelo NHS”.


Harris e McMullan alegaram que as regras a respeito do acesso a tratamento de fertilização artificial não fazem referência apenas a casais heterossexuais recebendo o tratamento.


A Comissão de Igualdade e Direitos Humanos do governo britânico assumiu o caso, mas a diretoria de saúde respondeu que Harris não era estéril e também não fazia parte de um casal no qual um dos dois era estéril.


“Existe uma diretriz nacional a respeito das qualificações para a concepção assistida financiada pelo NHS, que inclui idade, índice de massa corporal e uma incapacidade para conceber depois de dois anos nos quais ocorreram relações sexuais sem uso de contraceptivos”, disse um porta-voz do NHS.


“A aceitação de critérios pela diretoria de saúde foi aplicada a este casal da mesma forma que seria aplicada a qualquer casal encaminhado à unidade de concepção assistida para tratamentos de infertilidade pagos plo NHS”, acrescentou o porta-voz.

 

Fonte: BBC Brasil


FUTEBOL

Fevereiro 28, 2009

Cardiopata, Washington dribla exames ‘regulares’ para evitar veto

 

Com diabetes e doença cardíaca, o recém-contratado Washington teve que driblar os exames regulares para não ser barrado dos campos por médicos que afirmam que o atacante do São Paulo corre risco de morte. O camisa 9 da equipe do Morumbi em 2009 não realizou os testes no Hospital do Coração (HCor), como o restante do elenco, e foi aprovado em uma consulta particular, prática já utilizada antes de assinar com o Fluminense na temporada passada. As informações foram veiculadas pela mais recente edição da revista Placar.

 

Enquanto o elenco do São Paulo foi submetido a eletrocardiograma, testes cardiorrespiratórios, ecocardiogramas e avaliações clínicas no HCor, Washington fez outros cinco tipos de exames cardiovasculares, particularmente, e não compareceu à clínica cardiológica paulista porque não seria liberado para jogar futebol pela equipe liderada por Nabil Ghorayeb, coordenador clínico do Sport Check-up do HCor.


“Em todos os congressos de cardiologia em que o caso do Washington é debatido, há muita polêmica. Não se chega à conclusão sobre se ele deve ou não atuar”, disse Ghorayeb à Placar. “Não poderia falar se eu o autorizaria a jogar ou não por uma questão de ética. A decisão do médico dele é soberana”, completou.

No entanto, em casos em que não há dados científicos capazes de orientar a decisão dos médicos, como o de Washington, os profissionais costumam seguir recomendações gerais criadas por um conjunto de especialistas.


E o consenso aplicado por cardiologistas dos Estados Unidos e Europa contraindica a prática do futebol por pessoas com doenças coronarianas. As equipes dos hospitais brasileiros também seguem estas recomendações e, por isso, Washington seria reprovado nos testes, segundo fontes do HCor ouvidas pelas revista.


“Eu sou um cara muito sério. Nunca brinco com um paciente. Trato como se fosse meu pai, minha mãe, meu filho. Quem diz que o Washington não pode jogar futebol não tem conhecimento científico para isso”, rebateu Constantino Constantini, médico do atacante do São Paulo. O especialista explicou ainda que realiza anualmente exames mais detalhados no coração do jogador.


O clube paulista se defende. “O São Paulo se responsabiliza pautado por uma avaliação de pessoas capacitadas. Por que realizar um exame mais superficial, entre aspas, se temos a opinião de um especialista que cuida do atleta há anos?”, questiona o médico e superintendente de futebol, Marco Aurélio Cunha. “Tudo na vida tem risco, mas o Washington está dentro de uma margem de segurança. Seria criar culpa antes do fato”, completou, em entrevista ao UOL Esporte.


A doença cardíaca de Washington foi descoberta em 2002, quando o atacante atuava pelo Fenerbahce, da Turquia. O jogador tinha 90% da artéria coronária – que leva sangue para o músculo do coração – obstruída e poderia sofrer um infarto fulminante. Operado, ele voltou ao Brasil para se recuperar, mas foi novamente barrado. O brasiliense foi submetido a nova cirurgia e, após seis meses, foi liberado para jogar, desde que controlasse de perto o colesterol, a diabetes e a saúde do sistema circulatório.


Em fevereiro de 2004, Washington voltou aos gramados vestindo a camisa do Atlético-PR. No clássico contra o Paraná, o atacante marcou um gol na reestreia. “Me ajoelhei no centro do gramado, levantei os braços para o céu e todos os jogadores do time me abraçaram. Até a torcida adversária se emocionou naquele dia”, relembrou o atacante, artilheiro do São Paulo no Campeonato Paulista com cinco gols.

 

 

Fonte: UOL Esporte

Ronaldo marca três vezes e brilha em rachão, e Timão diz: ‘Até logo, Prudente’

 

Atacante levou aproximadamente 6.000 torcedores presentes à loucura ao chutar bolas para arquibancada e jogar sua camisa de treino para a galera

 

Um dia após a polêmica, a resposta em campo. Multado por chegar de madrugada na concentração e ainda sem estrear pelo Corinthians, Ronaldo fez a festa da torcida alvinegra de Presidente Prudente que pode acompanhar na manhã deste sábado um show do atacante no gramado do estádio Eduardo José Farah, o Prudentão. Aberto ao público em troca de um quilo de alimento não perecível, o tradicional rachão que antecede aos jogos foi realizado sob sol forte e teve três belos gols do Fenômeno.


De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura da cidade compareceram ao treinamento do Timão aproximadamente 6.000 pessoas. Como alguns torcedores deram mais de um quilo de alimento, a arrecadação chegou perto de sete toneladas – será tudo doado para uma instituição de caridade. A ação marcou o “até logo” da equipe para Presidente Prudente, onde será o clássico do dia 8 contra o Palmeiras.


Como de costume quando Ronaldo está envolvido, o craque foi o centro das atenções. Autor de três gols, o camisa 9 acenou timidamente para a torcida durante o rachão, mas depois de ser ovacionado pelos alvinegros caminhou para mais perto do alambrado, chutou algumas bolas para a arquibancada e jogou a camisa.

 

Quando o Fenômeno se aproximou do alambrado, o responsável pelo som do estádio pediu cuidado aos torcedores, que corriam desesperadamente pela arquibancada. O treinamento aberto ao público nesta manhã durou pouco mais de um hora. E para o zagueiro William devia se tornar uma rotina esse caráter beneficente.

- É uma iniciativa muito válida. Cabe a nós, que temos um pouco mais de destaque na sociedade, ajudar as pessoas que precisam. Que isso se repita mais vezes, porque é muito importante – discursou o capitão alvinegro.


A delegação corintiana almoça em Presidente Prudente neste sábado e logo depois viaja, de ônibus, para Marília, onde encara o time local no domingo, às 19h10m. Na segunda e terça-feira, o Timão treina em São Paulo e em seguida embarca para Itumbiara, onde faz a estreia na Copa do Brasil. Depois, volta para Prudente.

 

Fonte: GloboEsporte.com


SEXO E SAÚDE

Fevereiro 28, 2009

Riscos de engravidar sem querer

 

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Quais situações podem comprometer a segurança?

 

Muitas perguntas são feitas relacionadas aos riscos de engravidar a parceira durante as relações sexuais, ou até mesmo nas brincadeiras preliminares. Vamos tentar exemplificar: um casal namorando em uma piscina, ele ejaculando fora, não existe riscos, pois a quantidade de água em redor, diluirá o ejaculado, sendo improvável que esta quantidade adentre a vagina e ocasione uma gravidez indesejada.


Outro exemplo de uma situação bastante comum é durante a relação ejacular fora da vagina, e cair um pouco do sêmen perto do introito vaginal; também nesta situação é difícil ocorrer uma gravidez, agora, se praticar o coito interrompido, ou seja, quando se está prestes a ejacular, sentindo as primeiras contrações da uretra, tirar correndo, pode haver aí sim uma chance, pois o líquido de lubrificação e um pouco do sêmen pode sair pela uretra, mas também dependerá de ela estar ou não nos seus dias férteis, ou seja, ovulando. Se for logo após, ou antes, da menstruação, então este risco fica muito diminuído, mas medicina não é ciência exata, portanto toda cautela é necessária.

Se houver uma ejaculação dentro da cueca e o rapaz encostar na parte íntima da parceira, outra situação relatada com frequência, também fica nesta situação bastante improvável que ocorra uma gravidez. Respingos do sêmen nos dedos e o ato de masturbar a companheira: sendo externamente não apresentam riscos, ao contrário, se for introduzido na cavidade vaginal, pode ser um veículo de entrada dos espermatozoides, mas em pequena quantidade, aquém do necessário para ocorrer uma gravidez.


Ejaculando em outros locais que não dentro da vagina, não causam grandes problemas neste sentido também. O maior risco é de o preservativo se romper, havendo extravasamento do sêmen no fundo vaginal.

 

Aconselhamos que quando ocorrer uma situação parecida com as relatadas e houver dúvidas, procurem sempre um aconselhamento médico com um ginecologista ou um urologista ao invés de tomar as famosas pílulas do dia seguinte, pois isto pode desorganizar o ciclo menstrual e causar mais conflitos e preocupações.


O correto é sempre se precaver, usando preservativos de boa origem e elas tomando anticoncepcionais. E ter os relacionamentos com consciência e responsabilidade.

 

Fonte: IG Jovem  - Por Dr. Ricardo de La Roca

  

Ejaculação Precoce

 

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A Ejaculação Precoce ou Prematura (EP) é um dos problemas sexuais mais freqüentes nos homens e nos casais, sendo responsável por 40% das queixas encontradas em consultório de terapeutas sexuais. Acontece que a EP é um lugar comum na juventude, em encontros com parceiros novos ou após algum tempo de abstinência. Quando se estende pela maturidade e se torna presente em mais da metade dos encontros sexuais, torna-se, aí sim, um problema crônico e um Transtorno Sexual.

 

O que é uma ejaculação normal?

 

Do ponto de vista do funcionamento físico, a ejaculação se faz em dois estágios. No primeiro há a expulsão efetiva do líquido seminal (sêmen) dos órgãos acessórios de reprodução – próstata, vesícula seminal e canal ejaculatório – para a uretra. No segundo estágio, há a progressão desse líquido por toda a extensão da uretra até o meato uretral, que é o orifício na cabeça do pênis por onde sai também a urina. Acompanha-se desse processo fisiológico uma sensação subjetiva de profundo prazer conhecida como orgasmo.

 

Como saber se tenho ejaculação precoce?

 

Não existe um tempo específico antes de ejacular para definir esse problema sexual. A definição está na percepção, tanto sua quanto de sua parceira, de que a ejaculação foi mais rápida do que o esperado, de que não houve controle da ejaculação. As vezes o pênis nem chega a enrijecer, somente o movimento de aproximação e o toque do lençol já termina o que podia ser muito bom e prazeroso. Por vezes, o homem mantém a ereção por alguns minutos, começa a penetrar, mas logo ejacula, ficando insatisfeito e deixando a parceira “na mão”. Sentimentos de culpa e ansiedade se tornam uma constante. Dificuldades maiores podem vir em seqüência, como a disfunção erétil (impotência) e a perda de intimidade no casal.

 

Por que ocorre a EP?

 

Os adeptos de Darwin (evolucionista inglês que propôs a teoria da seleção natural – 1859) explicam que a EP seria uma forma antiga de defesa contra predadores.

 

Imaginem os primórdios da humanidade, onde havia centenas de perigos, sendo o “animal-ser-humano” muito frágil e pequeno frente aos riscos de seu meio ambiente!

 

Aqueles indivíduos que demorassem muito para ejacular nas suas parceiras estariam muito mais predispostos a deixar seu flanco aberto às agressões de inimigos e animais selvagens.

 

O ejaculador precoce tinha mais vantagens em terminar logo a inseminação e fugir, deixando também a “fêmea” escapar, para poder inseminar o maior número delas em menor tempo.

 

Desta forma estaria aumentando a probabilidade de propagação de seus genes.

 

Outras razões levantadas como causas da EP seriam:

 

§         aumento anormal de sensibilidade da glande peniana;

 

§         ansiedade frente ao desempenho sexual;

 

§         inexperiência sexual;

 

§         primeira experiência com parceira que tenha estimulado um coito rápido; e

 

§         culpa ou sentimentos negativos em relaçao à parceira.

 

 

Raramente há um problema médico que explique a EP, como a prostatite aguda ou a esclerose múltipla. Na verdade, não existe uma única causa comprovada cientificamente de EP.

 

 

E tem cura?

 

Existe tratamento, tanto medicamentoso quanto psicoterápico. A primeira linha de tratamento é a reorientação e a reeducação do homem ou do casal quanto à função sexual normal. Clareiam-se as situações em que se considera como “normal” o tempo de ejaculação mais curto ou insatisfatório (comum em jovens, com novos parceiros, ou após longa abstinência). Quando a EP se torna persistente, ou seja, aparece em mais da metade dos encontros sexuais, um tratamento mais específico se faz necessário.

 

A segunda linha terapêutica é o chamado tratamento cognitivo-comportamental. Constitui-se em uma série de exercícios e tarefas para serem realizadas em casa para controle do tempo de ejaculação. Seguem-se alguns exemplos meramente ilustrativos:

 

§         Técnica de distração

 

Durante o ato sexual, o homem é orientado a fixar o pensamento em alguma situação que o desligue de sexo, como em morte de alguém, ou em alguma mulher que não o agrada ou em contas bancárias. Assim que perceba que a ereção está se desfazendo, volta a se fixar na parceira. Deve usar essa distração, algumas vezes, para poder prolongar o tempo de penetração antes da ejaculação.

 

§         Técnica de compressão

O homem deve comprimir a base da glande (cabeça do pênis) por 4 a 5 segundos imediatamente após a primeira sensação de maior excitação. Com esse procedimento vai dificultar a entrada de sangue no pênis e retardar um pouco a ejaculação.

 

§         Técnica stop-start

 

Consiste em orientar o homem a ficar na posição superior à parceira para poder ter controle do movimento sexual. Deve iniciar a penetração e parar completamente os movimentos próximo ao momento de maior excitação. Pode usar a técnica de distração concomitantemente.

 

 

O objetivo destas tarefas é fazer o homem tomar consciência do momento que antecede o primeiro estagio de ejaculação, podendo voluntariamente controlar quando deseja ejacular, evitando frustração a ele e à parceira.

 

Pode-se combinar uma terceira linha de tratamento a esses exercícios: as medicações. Existe uma ampla gama de medicações que tem como efeito colateral o retardo do tempo de ejaculação. Tais drogas devem ser ministradas somente mediante prescrição médica criteriosa, pois possuem vários outros efeitos no organismo. Alguns deles, por exemplo, os antidepressivos tricíclicos são contra-indicados a pessoas com problemas de ritmo cardíaco. Algumas medicações tópicas (pomadas) à base de ervas ou anestésicos não foram comprovadas cientificamente como eficazes para o tratamento da EP.

 

De qualquer forma, esta disfunção sexual tem bom prognóstico, ou seja, apresenta bons índices de cura para a grande maioria dos indivíduos que procura orientação especializada. Geralmente, seis a dez sessões são suficientes para a melhora da vida sexual do homem e do casal.

 

 

Fonte: ABC da Saúde


Rachel Weisz

Fevereiro 28, 2009

Rachel Weisz

 

Hoje a homenageada da categoria Musas é a atriz britânica Rachel Weisz.  Ela nasceu em Londres, em 7 de Março de 1971. Atriz de renome, já se sagrou vencedora de um Óscar da Academia e de um Globo de Ouro.

 

Entre os vários filmes que estrelou podemos destacar Constantine, A Múmia e O Retorno da Múmia.

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