Pelé X Maradona…

Setembro 28, 2009

Pelé diz que único “gol de baceça” importante de Maradona foi de mão

Rei do futebol criticou o ídolo argentino e disse também que ele sabia chutar bem com a perna direita

 

O ex-jogador Pelé, em visita a Madri, disse nesta quinta-feira que, para ele, o melhor jogador foi Alfredo di Stéfano e que Diego Maradona “não chutava bem com a direita e não fazia gol de cabeça”, assim como acrescentou que o único gol importante que o argentino marcou desta forma “foi com a mão”.

 

“As pessoas discutem Pelé-Maradona. Di Stéfano é para mim o melhor. Maradona é um grande jogador, mas não chutava bem com a direita e não fazia gol de cabeça. O único gol de cabeça importante que marcou foi com a mão (contra a Inglaterra na Copa do Mundo do México em 1986)”, disse Pelé, em um ato organizado pelo Banco Santander.
O brasileiro confessou também que ficou muito perto de ser contratado pelo Real Madrid, mas que estava muito à vontade no Santos. “Não joguei na Europa porque estava muito bem no Santos. Tinha muitas propostas, mas não tinha interesse. Eu viria com Didi a Madri, mas não tive vontade de sair”.
Questionado sobre seu milésimo gol, reconheceu que foi um momento muito especial. “Todos estavam esperando no Brasil. Quando coloquei a bola para bater o pênalti, o Maracanã começou a gritar: ‘Pelé, Pelé’. Minhas pernas tremiam, mas, felizmente o gol entrou. Sofri um pouco, mas entrou”, afirmou.
Além disso, afirmou que não passa por sua cabeça se candidatar à Presidência da Fifa. “O presidente da Fifa disse que, quando saísse, daria o posto a Pelé, como uma piada. Saiu que eu queria ser presidente, mas não é verdade”, disse.

 

Fonte: Redação iG Esporte e EFE

Maradona

Após “baile”, argentinos choram seleção deprimida e sem rumo

Logo no dia seguinte à derrota por 1 a 0 para o Paraguai, a quarta nos cinco últimos jogos argentinos nas Eliminatórias, as manchetes e textos detonaram com críticas à seleção comandada pelo técnico Maradona.

Palavras como “deprimente”, “sem rumo”, “descompromissada” dão uma noção da decepção argentina com a possibilidade de ficar fora da Copa do Mundo de 2010.

 

O diário esportivo Olé estampa em sua capa uma foto de Maradona com a cara fechada e a seguinte manchete: “Não vamos a nenhum lado”. “A seleção cai e está perdida. Cruza bolas para Aguero, e não a Palermo. Messi nada. Verón expulso. Paraguai bailou no primeiro tempo, ganhou com um golaço e nos deixou na repescagem”, complementa o jornal.

 

Na reportagem sobre a partida, mais críticas. “Indefensável. Triste, sem compromisso nem estratégia, deprimida, a seleção caiu e se complicou mais. Culpado? Todos”.

 

Messi recebeu atenção especial. “Não há imagem melhor do que a cara de Messi, seu olhar ausente, seu descompromisso absoluto, para simbolizar esta noite”.

 

Para o jornal, a derrota foi ainda mais humilhante do que a sofrida para o Brasil, em Rosário. “O Paraguai de Martino, solidário e sem estrelismo, os goleou. Humilhou. Pior que o Brasil, simplesmente porque o Brasil é Brasil”.

 

O Olé ainda sugere que o ciclo de Maradona na seleção deve chegar ao fim. “Diante uma situação parecida, quando viu sinais de que algo havia quebrado, Basile foi embora: não suportou a falta de compromisso. O que deve fazer Diego? Só ele sabe”.

 

A capa do jornal Clarín deixa uma visão parecida sobre a derrota argentina. “A seleção, sem rumo e mais longe do Mundial. Perdeu por 1 a 0 para o Paraguai, em outra atuação decepcionante. Pela primeira vez na Eliminatória não figura na zona de classificação direta. Faltam só duas rodadas, em outubro”.

 

Até mesmo o site oficial da Fifa diz que a Argentina “continua decadente”. “A derrota inevitavelmente aumenta questionamentos sobre o trabalho de técnico de Maradona, um jogador ícone que levou a Argentina ao título da Copa do Mundo de 1986 e à final de 1990″.

 

Fonte: Redação Terra

 

Verón defende Messi e culpa Maradona por má fase argentina
 

Além do técnico Diego Armando Maradona, apontado em pesquisas como o principal culpado pelo fiasco dos hermanos, o atacante Lionel Messi, destaque do Barcelona, também sentiu o peso das derrotas nas costas, sendo criticado por não repetir com a camisa da seleção o mesmo futebol que apresenta no clube catalão.
Juan Sebastían Verón, campeão da Libertadores com o Estudiantes e titular de Maradona na equipe nacional, assumiu o papel de ‘advogado’ do companheiro de seleção e rebateu as críticas destinadas a Messi. “O Messi não pode resolver tudo sozinho”, argumentou, emendando, na sequência, as diferenças nos estilos de jogo da seleção e do Barcelona. “No Barcelona ele joga de uma maneira distinta, com passes rápidos”, apontou.
Verón admitiu que a seleção argentina está devendo futebol no momento e, ao mesmo tempo em que salientou a qualidade dos jogadores convocados para a equipe nacional, jogou para as costas de Diego Maradona a culpa pelo time não estar atuando bem.
“Alguns atletas não estão rendendo bem. Há grandes jogadores no elenco, mas, infelizmente, o nosso técnico não tem conseguido encontrar uma equipe”, finalizou ‘La Brujita’, em declarações dadas à Rádio La Red, da Argentina.

 

Fonte: Redação iG Esporte e EFE

Seleções de tradição estão na corda bamba e podem ficar de fora da Copa do Mundo de 2010

 

Argentina, França, Alemanha e Portugal são alguns exemplos de seleções que ainda não estão no Mundial e correm risco
Com as Eliminatórias para Copa do Mundo de 2010 em todos os continentes chegando ao seu final, algumas seleções de tradição ainda não carimbaram seu passaporte para a África do Sul. Pior. Muitas delas correm o risco de ter que passar pela temida repescagem e não se garantirem no Mundial de 2010. Além das grandes equipes, outras bem rankeadas pela Fifa também estão na corda bamba.

 

Veja abaixo os principais casos:


França

Situação complicada para os franceses. A classificação em primeiro lugar no seu grupo já é quase uma utopia, visto que a Sérvia está a três pontos da vaga e tem dois jogos relativamente fáceis pela frente. Resta aos comandados de Domenech garantirem um lugar na repescagem e torcerem para que o adversário nessa etapa seja fraco.
Alemanha
É líder do Grupo 4 das Eliminatórias europeias, mas tem grandes chances de não ficar com a vaga direta para o Mundial. Isso porque a Rússia, segunda colocada na chave, está a apenas um ponto atrás do time germânico, e na próxima rodada as duas seleções se enfrentam, na Rússia. Quem vencer, estará na Copa. Os russos têm a vantagem de jogar diante de seus torcedores, e uma vitória não seria nenhum absurdo.
México e Estados Unidos

Figurinhas carimbadas nas últimas edições da Copa, uma das duas seleções tradicionais da América do Norte pode ficar em 4º na classificação da Concacaf, indo assim para a repescagem. E no jogo eliminatório, duelo contra o 5º colocado da Eliminatória sul-americana, que pode ser, por que não, a Argentina. Ou se for Uruguai, Colômbia ou Equador, o páreo será duro do mesmo jeito. Honduras e Costa Rica seguem com reais chances de estragarem os planos de americanos e mexicanos.
Argentina
Por falar nos hermanos, a equipe de Maradona segue em queda livre na América do Sul, e vê sua classificação para o Mundial mais ameaçada do que nunca. Na pior das hipóteses, os argentinos ficam em 5º e pegam o 4º da Concacaf. Agora, se não vencer o Peru na próxima rodada, em casa, já pode começar a lamentar a ausência da Copa de 2010, pois a útlima partida será contra o Uruguai, em Montevidéu.
Uruguai
A Celeste Olímpica, bicampeã mundial, também vê ameaçado seu sonho de ir à Copa. Se terminasse hoje, estaria eliminada. Os uruguaios apostam em uma vitória sobre Equador, fora, e Argentina, em casa, para conseguirem seu lugar na África do Sul. Vencendo os dois jogos, estará lá. Se tropeçar, pode amargar a eliminação ou ter que ir para repescagem.
República Tcheca

Não tem lá tanta tradição assim, até por ser um país novo, mas herdou a rica história que a Tchecoslováquia conquistou em Copas anteriores e pode decepcionar ao ficar de fora do Mundial na África. Ocupa a 18ª posição no ranking da Fifa, e para ficar com a segunda colocação – a da repescagem -, precisa de duas vitórias nos próximos dois jogos, e ainda torcer para que a Eslováquia vença a Eslovênia.
Croácia
Outro país novo, mas que já até chegou em uma semifinal de Copa – em 1998, na França -, a Croácia torce desesperadamente para a já classificada Inglaterra derrotar a Ucrânia na próxima rodada. Tarefa difícil, levando em consideração que a partida será em Kiev, cidade natal de Schevchenko. Entretanto, se os ingleses vencerem, basta aos croatas passarem por Cazaquistão no último jogo para tentarem a sorte na repescagem. Sem contar que estão em 9º no ranking da Fifa, à frente de seleções classificadas, como Paraguai e Austrália.
Portugal e Suécia

Compondo o mesmo grupo europeu, se as duas seleções quiserem ir para Copa juntas, precisam vencer seus dois compromissos e ainda torcer para a líder Dinamarca perder seus dois jogos. Um desses duelos é Dinamarca x Suécia. O mais provável, entretanto, é que um dos países fiquem pelo caminho. Quem fica de fora? Ibrahimovic ou Cristiano Ronaldo? Lembrando que Suécia ou Portugal terão ainda que passar pela repescagem.
Nigéria e Camarões

Outrora temidos no cenário do futebol, nigerianos e camaroneses correm forte risco de não disputarem a Copa no próprio continente. Situação pior é da Nigéria, que está em segundo no seu grupo, precisa vencer seus dois jogos e ainda torcer para um tropeço da Tunísia, primeira colocada, mas que tem duas partidas tranquilas. Já Camarões é líder da sua chave, mas tem um páreo duro contra Togo, de Adebayor, fora de casa. Se perder, pode ser ultrapassado por Gabão, que tem dois jogos teoricamente mais fáceis.

 

Fonte: iG Esporte – Por Mário André Monteiro

 

Maradona - Caixão

Torcedores paraguaios já preveem o fiasco da seleção argentina nas Eliminatórias para Copa

Cá pra nós, em se falar de Seleção Argentina, sou muito mais esta seleção abaixo…

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BRASIL X ARGENTINA – PELÉ X MARADONA

Setembro 2, 2009

Maradona provoca e diz que Pelé está cansado “de ser 2º”

O técnico da seleção argentina, Diego Armando Maradona, voltou a acirrar a rivalidade com o ex-jogador Pelé ao dizer, em entrevista ao site oficial da Fifa, que o brasileiro está cansado de ser segundo colocado.

 

Maradona citou uma enquete feita pela Fifa, na qual pelos votos populares o argentino superou o rival como melhor do século, e pesquisas populares feitas no Brasil em que o ex-piloto Ayrton Senna teria derrotado Pelé como maior ídolo.

 

“O importante é que houve uma votação do povo e o deixei em segundo. Isso ninguém vai me tirar. E, no Brasil, houve outra votação na qual também ficou em segundo, atrás de Ayrton Senna. Então, que pare de ser segundo!”, provocou.

 

Maradona ainda fez uma comparação de épocas com Pelé e disse que o rival encontrou mais facilidades para desenvolver seu futebol.

 

“Eu joguei dez anos no futebol europeu, e Pelé jogou no futebol sul-americano. Apesar de ter ganhado Mundiais, jogar na Europa é outra coisa. Embora nem por isso eu seja muito melhor do que ele nem nada pelo estilo”, disse.

 

“Peguei uma época do futebol espanhol e do futebol italiano que os marcadores eram cães de caça. Tive que enfrentar a morte! Pelé tinha Coutinho e Rivelino, que para mim estão lá em cima. E depois tinha Jairzinho, Clodoaldo, Gérson, Tostão. Tinha monstros”, completou.

 

Fonte: Agência EFE.

 

Pelé rebate e cutuca Maradona às vésperas do clássico

 

“Sabemos bem quem é o Maradona. Não dá para levar muito em consideração o que ele fala”, provocou o Rei do Futebol

 

O clima às vésperas do clássico sul-americano entre Brasil e Argentina, no próximo sábado, pelas Eliminatórias Sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010, esquentou nesta terça-feira. Depois de Maradona provocar inúmeras vezes a seleção pentacampeã mundial, o Rei do Futebol, Pelé, respondeu El Pibe e cutucou o atual treinador da Albiceleste, em encontro com o governador de São Paulo, José Serra.

 

“Sabemos bem quem é o Maradona. Não dá para levar muito em consideração o que ele fala”, provocou Pelé, em evento realizado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual.
O Atleta do Século comentou sobre o trabalho do ‘rival’ à frente da seleção argentina. Para Pelé, Maradona poderá se tornar um grande treinador no futuro. “Ele tem tudo para se firmar como um bom técnico, mas que não comece contra o Brasil”, brincou o ex-jogador.
O treinador da seleção argentina apostou em uma queda de rendimento do Brasil nestas últimas rodadas das Eliminatórias Sul-americanas e afirmou que sua equipe é melhor dentro de campo. El Pibe garantiu à população local uma vitória dos donos da casa sobre o time de Dunga, acirrando a maior rivalidade do futebol deste continente.
Somado ao treinador, os jogadores da Albiceleste também provocaram desde o começo desta semana. O atacante Carlitos Tevez, do Manchester City, afirmou nesta última segunda-feira que sua seleção irá ‘comer o Brasil’ na partida deste sábado, em Rosário, e completou comentando um ‘medo’ dos pentacampeões mundiais.

Em contrapartida, Luís Fabiano, artilheiro das Eliminatórias Sul-americanas com sete gols, rebateu o ex-corintiano e comentou que a Argentina é ‘quem realmente está com medo’ da seleção brasileira. Líder da competição, a equipe de Dunga está a duas vitórias de garantir, independentemente de qualquer resultado, uma vaga antecipada ao Mundial da África do Sul, em 2010.

 

Fonte: Redação iG Esporte e Gazeta Esportiva

 

AFINAL, QUEM É ESSE MARADONA PERTO DO PELÉ???

Maradona está muito longe de ser a metade do que foi Pelé, não só como jogador, atléta e muito menos como personalidade. Nosso Rei Pelé foi consideerado simplesmente o atléta do século. E sempre foi uma pessoa ilustre, dígna e de respeito.

E o Maradona, que exemplos deu em sua vida???


Copa do Mundo no Brasil em 2014

Julho 22, 2009

Governo garante R$ 3 bilhões para obras em cidades que vão sediar Copa de 2014

O governo federal garantiu R$ 3 bilhões para investimentos em obras destinadas exclusivamente para a Copa de 2014 e pretende lançar um pacote de obras, intitulado PAC da Copa (Programa de Aceleração do Crescimento).

 

De acordo com o ministro das Cidades, Márcio Fortes, estão previstos mais recursos para obras relativas à realização do campeonato mundial de futebol, mas o volume total só será definido após reunião com representantes dos municípios que serão sedes dos jogos.
“Esse valor é só para começar. Não temos valor total definido. Esses R$ 3 bilhões servirão para darmos um passo inicial. Ainda não temos a avaliação do total de projetos. Nós vamos chamar os prefeitos para conversar e saber deles quais são os projetos prioritários”, disse o ministro.

 

Os recursos são do Pró-Transporte, um programa de financiamento com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que teve seu regulamento aprovado no ano passado pelo Conselho Curador do fundo. Os R$ 3 milhões referem-se a recursos destinados ao FGTS no prazo de 3 anos, sendo R$ 1 bilhão de investimentos, a cada ano.

 

De acordo com Fortes, muitas prefeituras já procuraram o ministério interessadas em parcerias para a realização de obras estruturantes destinadas exclusivamente à Copa que se realizará no Brasil.

“Há algum tempo, recebemos indicações das prefeituras das cidades que serão sedes dos jogos. Os municípios estiveram com a Fifa [Federação Internacional de Futebol] e receberam a indicação de vários projetos que gostariam de realizar. Nossa posição é a de tratar de projetos que digam respeito exclusivamente à Copa. Nosso objetivo, nesse momento, não será resolver os problemas de mobilidade nas cidades. Nós vamos ajudar a resolver problemas ligados aos eventos”, destacou.

 

Outro quesito a ser observado pelo Ministério das Cidades é sustentabilidade dos investimentos depois da competição. De acordo com o ministro, a análise também vai verificar se determinado investimento tem utilidade e sustentabilidade fora dos dias da Copa.

 

“Não vamos tratar de projetos nababescos. Vamos comparar modais. É necessário ver qual meio de transporte é mais barato e eficiente. É claro que cada caso vai ser analisado separadamente. Cada caso é um caso. Vamos observar, ainda, como é que fica a operação desses modais depois da Copa. Tem que ser um projeto sustentável. Não podemos ter uma linha que não funciona e o governo tenha que tornar a subsidiar tarifas depois. Além disso, os cronogramas de execução devem estar dentro do cronograma da Fifa, ou seja, até um ano antes tudo tem que estar concluído”, explicou o ministro.

 

Fortes disse que o PAC da Copa vai prever parcerias com as prefeituras e com os governos dos estados, além de algumas parcerias com o setor privado.

 

“A palavra-chave nesse negócio é a parceria. Não terá nada só do governo federal. É como no PAC de criação de infraestrutura, no qual nós já temos parcerias com as prefeituras e governo estadual, além de parcerias público-privada. Vamos ver o tipo de investimento proposto, analisar seu vulto e a necessidade de participação do setor privado, que pode ser firmada de várias maneiras. O setor privado pode construir e depois alugar os ativos, pode ser que o setor privado queira operar. Tudo isso será conversado”, afirmou. O ministro lembrou que já faz parte das ações preparatórias para a Copa do Mundo a abertura de uma linha de financiamento, com recursos do FGTS, para a renovação da frota de ônibus em todo o país, uma decisão tomada há cerca de dois meses. A linha será operacionalizada pela Caixa Econômica Federal e terá valor de R$ 1 bilhão.
Os recursos serão aplicados em operações de mercado, como a aquisição de debêntures, recebíveis e Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FDICS), de empresas concessionárias de serviços públicos e transporte urbano, com o objetivo expresso de que esses recursos sejam encaminhados para a aquisição de veículos novos que sirvam para a renovação de frota. “Nosso objetivo é disponibilizar capital de giro para a renovação da frota.”

 

Fonte: Agência Brasil – Por Luciana Lima


Salários milionários do Futebol

Junho 17, 2009

Futebol brasileiro sobrevive à crise

A crise financeira que assola o mundo está longe de chegar ao futebol. Somente nesta semana ocorreram duas das maiores transações do mundo da bola, ambas concretizadas pelo Real Madrid, da Espanha, com as aquisições de Kaká e Cristiano Ronaldo. Este último pela bagatela de 94 milhões de euros, jogador mais caro na história do esporte.

No entanto, não é só na Europa em que o futebol está cada vez mais inflacionado. No Brasil, os salários dos jogadores ficam, a cada ano, mais exorbitantes. Em 2000, por exemplo, apenas quatro jogadores ganhavam mais de 200 mil reais: Romário, Edmundo, Raí e Rincón. Em 2006, eram três: Zé Roberto, Petkovic e Rogério Ceni. Porém, de três anos pra cá, esse número cresceu desorientadamente.

Confira o ranking dos maiores salários do futebol brasileiro levantado pela Revista Placar, em sua edição de junho deste ano (valores em milhares de reais):

1º Ronaldo (Corinthians) / R$ 1.133

2º Adriano (Flamengo) / R$ 362

3º Nilmar (Internacional) / R$ 360

4º Fred (Fluminense) / R$ 350

5º Leandro Amaral (Fluminense) / R$ 280

6º Kleber (Cruzeiro) / R$ 280

7º Thiago Neves (Fluminense) / R$ 270

8º Edmilson (Palmeiras) / R$ 240

9º Rogério Ceni (São Paulo) / R$ 230

10º Washington (São Paulo) / R$ 220

O salário de Ronaldo chega a este valor com os 80% a que ele tem direito sobre valores de patrocínio de manga e calção do uniforme.

O Flamengo paga apenas cerca de 40% do salário de Adriano. O restante do valor é pago pela Olympykus, que garante um mínimo de R$ 200 mil ao atacante por mês pela venda de produtos com seu nome.

Marcos, goleiro do Palmeiras, tem um salário fixo de R$ 200 mil, mas pode receber 50% a mais dependendo da quantidade de jogos que participar na temporada.

* A lista completa de salários você encontra na Revista Placar, edição de junho de 2009.

Fonte: Redação Yahoo! Brasil


Ronaldo gera lucros fenomenais aos patrocinadores e ao Corinthians

Maio 6, 2009

Em campo, o jogador ganhou o título paulista e incendiou a torcida; fora das quatro linhas, deu milhões de reais de retorno aos patrocinadores e ao clube que apostaram nele.

 

 

A final do Campeonato Paulista de 2009 pode ser contada como uma história de muitos retornos. O retorno do Corinthians ao panteão das grandes equipes brasileiras, após desesperar a fanática torcida com o rebaixamento para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 2007. O retorno triunfal de Ronaldo aos gramados, depois de meses de ostracismo, escândalos e até especulações sobre o fim de sua carreira. E o retorno milionário para as empresas que apostam no Fenômeno como um trunfo de marketing e para o clube em que atua.

 

Apostar em Ronaldo não é barato. No ranking dos jogadores com maiores salários no Brasil, Ronaldo é campeão por um placar dilatado. Além disso, seus principais contratos de patrocínio pessoal mantiveram os valores praticados quando ainda atuava na Europa – onde o consumo é muito maior. Mas a capacidade de atrair a atenção da mídia e de impulsionar a audiência dos jogos e dos programas em que aparece tornam o jogador um craque também de vendas, capaz de pagar com juros cada centavo que seus patrocinadores investem nele.

 

Sua imagem multiplica a procura por produtos tão diversos quanto chuteiras no Brasil e cosméticos na Suíça. Há dois tipos de empresas que gravitam na órbita do jogador: aquelas que o patrocinam diretamente e as que se beneficiam por apoiar os clubes em que Ronaldo joga. Atualmente, por meio de seu grupo, o R9, Ronaldo mantém contratos com três companhias. O mais recente foi assinado em 2007 com a multinacional suíça Lato, do ramo farmacêutico e de cosméticos. O acordo torna Ronaldo seu garoto-propaganda na Europa até dezembro deste ano.

 

Já a Ambev mantém um vínculo bem mais antigo com o jogador. O contrato foi assinado em setembro de 1994, quando Ronaldo estourou no futebol ao conduzir o Cruzeiro à conquista do Campeonato Mineiro daquele ano. Com 23 gols, ele também foi o artilheiro da competição. O acordo baseia-se em uma cota de diárias que a Ambev tem com o jogador a cada ano. Essas diárias podem ser usadas para a promoção de um produto ou um evento, por exemplo, como quando Ronaldo praticamente parou a Guatemala, em 2003, ao comparecer à inauguração de uma fábrica da Ambev no país. O apelo do atacante era tanto que, em apenas três meses, a empresa já possuía 40% do mercado local de cervejas.

 

“Brasileiro batalhador”

 

“Temos um relacionamento muito forte com a empresa, e queremos dar continuidade a isso”, afirma Fabiano Farah, diretor-executivo do grupo R9. Desde abril, o jogador está no ar em um filme publicitário da Brahma, na série “Brahmeiros”. A peça destaca a capacidade de Ronaldo superar seus problemas, como as sérias lesões no joelho que o afastaram do futebol por dois anos, e a recente ameaça de ver sua carreira interrompida após o fim do contrato com o Milan, quando as aparições públicas mostravam um Ronaldo bastante fora de forma. “Queremos trazer exemplos de brasileiros batalhadores, que caem, levantam e seguem em busca de seu sonho”, diz o diretor de Marketing da Brahma, Marcel Marcondes.

 

E este é, hoje, o lado da personalidade de Ronaldo com o qual os brasileiros mais se identificam. “Sua imagem é de um rapaz pobre que obteve muito sucesso, teve problemas sérios e se superou. E que você pode imitar”, afirma o professor Claudinei Santos, coordenador do Núcleo de Estudos de Negócios em Esportes da Escola Superior de Propaganda e Marketing.

 

Quando se fala de Ronaldo, as cifras envolvidas sempre são milionárias. Marcondes não informa qual é o valor do contrato, mas o mercado avalia que a Ambev pague, por ano, 7,2 milhões de reais ao ídolo. O executivo também não revela quanto o investimento gera em retorno para a marca, mas mostra que a empresa está satisfeita. “Indiscutivelmente, o Ronaldo vende. Basta ver o que está vendendo de camisas do Corinthians”, despista, passando a bola para outra empresa.

 

Acima das expectativas

 

As camisas são produzidas pela Nike, que está duplamente feliz: ela é a fornecedora oficial do uniforme do Corinthians, e mantém um acordo em separado com o próprio jogador. A gigante americana de artigos esportivos é uma velha parceira de Ronaldo – o contrato foi fechado quando ele tinha apenas 18 anos. O acordo permite à empresa veicular peças com o jogador em todo o mundo. Ela também fornece suas chuteiras, em qualquer time que venha a atuar.

 

Fora dos campos, Ronaldo também promove a linha de roupas casuais da Nike. E, sim, quando ele parar de jogar, continuará a ser patrocinado por ela. Quando isso acontecer, Ronaldo será uma espécie de embaixador da marca, promovendo seus produtos mundo afora. “Ele passará a atuar como um ícone mundial”, diz Farah, da R9.

 

Quanto às camisas, é verdade: estão vendendo muito bem, obrigado. “Houve um aumento de mais de 50% na procura”, afirma David Grinberg, gerente de Comunicação da Nike Brasil. E com um detalhe: praticamente toda a demanda convergiu para a camisa número 9, a dele. “Superou todas as expectativas da empresa”, diz Grinberg.

 

Outro exemplo de como o jogador eleva vendas vem da linha de calçados. Em 1998, quando ele já atuava pelo Internazionale de Milão – clube no qual ganhou o famoso apelido de “O Fenômeno” -, a Nike criou um novo estilo de chuteiras, batizada de Mercurial, e promovida por Ronaldo. O sucesso foi instantâneo. “Até hoje, é um dos estilos preferidos pelos jogadores”, afirma Grinberg.

 

Novamente, quando se falam em cifras, a marcação é cerrada. O executivo não forneceu os valores envolvidos nos contratos, mas o mercado calcula que a Nike pague cerca de 14 milhões de reais por ano ao jogador.

 

A última tabelinha

 

O desembarque de Ronaldo no Corinthians também foi uma grande triangulação inédita entre o jogador, o clube e os patrocinadores. Farah, da R9, prefere até mesmo chamá-lo de “fusão” das marcas Ronaldo e Corinthians. O atacante e o clube dividirão a receita de patrocínio gerada por sua chegada. Ronaldo receberá do clube um salário estimado em 300.000 reais por mês, ou 3,6 milhões de reais por ano. Para “completar” sua renda, o craque ficará com 80% dos 11 milhões de reais que a Bozzano e o Banco Panamericano pagarão neste ano para expor suas marcas nas mangas e nos calções da equipe, respectivamente. Isso eleva para 12,4 milhões de reais os ganhos do jogador – ou aproximadamente 4,3 milhões de euros por ano.

 

Para alguém que, até dezembro, estava desempregado e corria o risco de sair do mercado, é um retorno e tanto. Para se ter uma idéia, no Real Madrid, quando estava em seu auge, havia sido eleito o melhor jogador do mundo e tinha no currículo a conquista da Copa de 2002, seu salário anual era de 6 milhões de euros – o mesmo que craques como o francês Zinedine Zidane.

 

O Fenômeno também foi a peça-chave para que o Corinthians acertasse, com a Batavo, o maior patrocínio já fechado na história do futebol brasileiro: 18 milhões de reais. Mas o faturamento do time e do jogador com patrocínios deve ser bem maior: 51 milhões de reais. O restante do dinheiro virá da venda dos calções e mangas (11 milhões de reais), do reajuste do contrato com a Nike para fornecimento de material (16 milhões de reais) e da renda com patrocínio avulso por jogo (2 milhões de reais no ano).

 

Além disso, Corinthians e Ronaldo ainda negociam a venda da parte da manga da camiseta para a rede de escolas de idiomas Wizard. O mercado estima que o patrocínio até dezembro custaria cerca de 4 milhões de reais. Nesse caso, o percentual que ficará para Ronaldo ainda não foi acertado com o Corinthians, mas deve ser inferior aos 80% fechados para o calção e para a parte da frente da manga.

 

Para se ter ideia do sucesso comercial do Corinthians com Ronaldo, basta lembrar que o São Paulo, campeão brasileiro de 2008, garantiu para 2009 uma receita com patrocínios inferior à metade do obtido pelo arqui-rival. O tricolor paulista levantou 22 milhões de reais com contratos com a LG – patrocinadora de sua camisa – e a Reebok – que lhe fornece material esportivo. A goleada do Corinthians em 2009 pode ser totalmente atribuída a Ronaldo porque, nos anos anteriores, os clubes ficavam praticamente empatados em receitas publicitárias.

 

Se os negócios do Corinthians forem comparados a outros clubes brasileiros, a “lavada” é ainda mais impressionante. A crise reduziu a verba de marketing de muitas grandes empresas – que cortaram investimentos no esporte. Com menor poder de barganha, clubes com torcidas enormes como o Flamengo e o Cruzeiro rejeitaram propostas bem inferiores às obtidas por rivais e ainda não fecharam o patrocínio a suas camisetas neste ano.

 

Maior goleador da história das Copas do Mundo, três vezes eleito o melhor jogador do planeta pela FIFA, artilheiro em vários dos campeonatos que disputou, cada vez que Ronaldo balança a rede, seu gol soa diferente. Para a torcida, é uma explosão de alegria e encantamento. Já para os patrocinadores, parece o tilintar das caixas-registradoras comemorando mais alguns milhões em vendas. Ao contrário do que costuma fazer em campo, abatendo os adversários com fortes arrancadas e belos gols, neste jogo Ronaldo também realiza a proeza de fazer com que todos ganhem.

 

Fonte: Portal Exame – Por Por Márcio Juliboni e João Sandrini


Cheerleaders

Abril 9, 2009

Animadoras de torcida

 

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No esporte, as cheerleaders, conhecidas no Brasil como animadoras de torcida, também chamadas de garotas de torcida ou líderes de torcida, consiste no uso organizado de música, dança e ginástica para fazer com que os torcedores animem as suas equipes nas partidas. Os espetáculos de animação são muito freqüentes, sobre tudo, em esportes de equipe, como o basquetebol e o futebol americano.

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Como esporte

 

Animação de torcida é um esporte que usa rotinas organizadas de elementos da ginástica artística, de dança, e de “stunting” para serem apresentadas em eventos aos espectadores e/ou a jogos de times, e ainda em competições, regionais, estaduais, nacionais e internacionais. O praticante de animação de torcida é chamado de animador(a). Com aproximadamente 1,5 milhões de praticantes na animação “Allstar” (sem incluir os milhões nos colégios, faculdades e pequenas ligas) na América (E.U.A.). A audiência global vem aumentando desde 1997 graças a divulgação do esporte pelas transmissões da ESPN Internacional. Há aproximadamente 100.000 praticantes em torno do mundo em países como Austrália, China, Colômbia, França, Alemanha, Japão, Canadá, Holçanda, Nova Zelândia e Brasil.

 

O atleta que pratica o Cheerleading é chamado de Cheerleader.

 

O esporte surgiu em 1884, na Universidade de Princeton. Na época, somente os homens participavam. Na primeira metade do século XX (anos 30) o esporte já se fazia presente em outras universidades e as mulheres passaram a participar como Cheerleader. Devido ao crescimento do interesse pelo esporte, em 1997, a ESPN passou a transmitir as competições de Cheerleading nos Estados Unidos.

 

Em 1948, Lawrence “Herkie” Herkimer, de Dallas, um ex-cheerleader da Southern Methodist University, fundou a National Cheerleaders Association (NCA), que, junto com a Universal Cheerleading Association – e outras – promovem treinamento e campeonatos nos Estados Unidos.

 

Nos anos 80 e 90 o esporte passou por um momento difícil, pois sua imagem, devido ao enfoque dos filmes da época, era associada a meninas fúteis, burras ou sem índole moral. Somente em 2000, com o lançamento do filme As apimentadas (Bring it on), o esporte passou a ser encarado e forma mais atlética e séria.

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Miami Heat é tetracampeão do torneio de cheerleaders

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O Miami Heat tem um time imbatível. E não estamos falando do elenco composto por Dwayne Wade, Michael Beasley, etc. As cheerleaders da franquia da Flórida mantiveram sua hegemonia e conquistaram pelo quarto ano consecutivo o título de melhor equipe de dança da NBA.


O campeonato é promovido no site oficial da liga norte-americana e disputado no sistema mata-mata. Depois de eliminar as garotas de Toronto Raptors, Boston Celtics e Charlotte Bobcats, derrotaram o Houston Rockets na decisão e ficaram com o tetracampeonato.


Dentro de quadra, o Heat ocupa a quinta colocação da Conferência Leste e está classificado para os playoffs. Os fãs da franquia esperam que Dwayne Wade, Michael Beasley e Cia tenham o mesmo desempenho das belas dançarinas de Miami.

 

O esporte no Brasil

 

No Brasil o Cheerleading se fazia presente de um modo restrito e com pouca representação, sobretudo nas escolas americanas. Com o início do futebol americano e o surgimento da Liga Paulista de Futebol Americano, por volta de 2001, foi surgindo a necessidade do Cheerleading no país e a capacitação desses atletas.

 

Observando, entre 2005 e 2007, a prática isolada de alguns grupos de meninas, surgiu a então chamada Cheer Commission, que, posteriormente, passou a se chamar Comissão Paulista de Cheerleading, um órgão sem fins lucrativos com o propósito de gerir o esporte e congregar os atletas no estado.

 

Organização por categoria e faixa etária

 

Por definição da Comissão Paulista de Cheerleading, o esporte está organizado da seguinte forma:

 

Categoria Mini

Feminino – 6 a 8 Anos (Pré a 2ª série / 1º a 3º ano) – Colégios.

 

Categoria Mirim

Feminino – 9 a 11 Anos (3ª a 5ª série / 4º a 6º ano) – Colégios

 

Categoria Infantil

Feminino – 12 a 14 Anos (6ª a 8ª série / 7º a 9º ano) – Colégios.

 

Categoria Juvenil

Feminino/Masculino – 15 a 17 Anos (1º a 3º Médio) – Colégios.

 

Categoria Universitário

Feminino/Masculino – 18 a 24 Anos (Calouro a veterano) – Universidades.

 

Categoria Ligas Esportivas

Feminino/Masculino – 13 a 20 anos (Alfa), 21 a 25 anos (Beta), 26 a 30 anos (Gama).

 

As animadoras de torcida do futebol brasileiro

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Desde o ano passado, o futebol nacional aderiu a uma moda tipicamente americana: grupos de animadoras de torcida. Meninas em trajes mínimos sacudindo pompons, fazendo acrobacias dignas de uma ginasta olímpica e dançando freneticamente podem ser encontradas em praticamente qualquer evento esportivo dos EUA.


No início de 2009, o Campeonato Paulista entrou de cabeça nessa onda, e 19 dos 20 clubes que disputam o torneio criaram seus grupos de cheerleaders. Confira algumas das representantes especializadas em animar a galera nos estádios.

Cheerleaders Brasil - O grupo de animadoras de torcida, que vem abalando os corações dos torcedores desde a sua estreia no ano passado, continua com a corda toda. As meninas fizeram uma apresentação no estádio do Pacaembu, antes de um jogo do Corinthians.

Com o apoio da Federação Paulista de Futebol (FPF), o Cheerleaders Brasil deve ganhar uma nova integrante. A entidade está organizando o concurso “Gata do Paulistão”, que premiará a melhor animadora de torcida dentre as 19 equipes de cheerleaders que atuam no Paulistão com um contrato de um ano com o grupo.

Os grupos de Cheerleaders que representam os times finalistas do Paulistão 2009

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Imprensa argentina destaca “humilhação” do time de Maradona

Abril 4, 2009
Jornais criticam defesa argentina e lembram derrota para a Colômbia em 93 ao comentar a histórica goleada por 6 a 1 diante da Bolívia

 

A alegria dos argentinos durou pouco. Três dias depois de ironizar o mau futebol do Brasil no empate com o Equador, a Argentina fez pior. Pra ser exato, seis vezes pior. Nesta quarta-feira, em La Paz, a equipe comandada pelo técnico Diego Maradona sofreu a maior goleada de sua história: 6 a 1 para a Bolívia.

 

O site do jornal esportivo Olé, muito bem-humorado nas vitórias da Argentina e nas derrotas do Brasil, hoje estampou em sua manchete: “Humilhação histórica”. A matéria do Olé destaca a altitude como grande vilã, mas admite o mau futebol da equipe de Maradona. No final, o Olé faz uma pergunta dramática: “E agora?”.

 

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Primeiro, a “Humilhação histórica”; depois, as “punhaladas em Maradona”. Estas foram as manchetes do sempre engraçadinho Olé nesta quarta-feira

 

O Clarín também manchetou o vexame de Diego Maradona e seus comandados: “A seleção sofreu uma cacetada histórica”. As críticas do Clarín se concentram na defesa argentina, chamada de “caótica”. O ataque, que perdeu Di María, expulso, também recebeu duras críticas.

 

Já o La Nacíon dedica sua manchete à morte do ex-presidente Raúl Alfonsín. A seleção, embora escondida, também tem espaço na página principal do site, sob o título “Histórica derrota da Argentina”. A publicação ainda lembra que a equipe não perdia por cinco gols de diferença desde os inesquecíveis 5 a 0 para a Colômbia, também pelas Eliminatórias, em 1993.

 

Até os jornais espanhóis deram espaço à Argentina. O Marca, por exemplo, destaca na manchete a emocionante vitória da Espanha sobre a Turquia, pelas Eliminatórias europeias. Mas Maradona aparece logo abaixo, com a cara fechada e o título: “Bolívia faz a Argentina passar ridículo”. “Humilhação” também é a palavra usada pelo As, que destaca a derrota da Argentina bem ao lado da matéria sobre a emocionante vitória da Espanha.

 

Fonte: iG Esporte


FUTEBOL

Fevereiro 28, 2009

Cardiopata, Washington dribla exames ‘regulares’ para evitar veto

 

Com diabetes e doença cardíaca, o recém-contratado Washington teve que driblar os exames regulares para não ser barrado dos campos por médicos que afirmam que o atacante do São Paulo corre risco de morte. O camisa 9 da equipe do Morumbi em 2009 não realizou os testes no Hospital do Coração (HCor), como o restante do elenco, e foi aprovado em uma consulta particular, prática já utilizada antes de assinar com o Fluminense na temporada passada. As informações foram veiculadas pela mais recente edição da revista Placar.

 

Enquanto o elenco do São Paulo foi submetido a eletrocardiograma, testes cardiorrespiratórios, ecocardiogramas e avaliações clínicas no HCor, Washington fez outros cinco tipos de exames cardiovasculares, particularmente, e não compareceu à clínica cardiológica paulista porque não seria liberado para jogar futebol pela equipe liderada por Nabil Ghorayeb, coordenador clínico do Sport Check-up do HCor.


“Em todos os congressos de cardiologia em que o caso do Washington é debatido, há muita polêmica. Não se chega à conclusão sobre se ele deve ou não atuar”, disse Ghorayeb à Placar. “Não poderia falar se eu o autorizaria a jogar ou não por uma questão de ética. A decisão do médico dele é soberana”, completou.

No entanto, em casos em que não há dados científicos capazes de orientar a decisão dos médicos, como o de Washington, os profissionais costumam seguir recomendações gerais criadas por um conjunto de especialistas.


E o consenso aplicado por cardiologistas dos Estados Unidos e Europa contraindica a prática do futebol por pessoas com doenças coronarianas. As equipes dos hospitais brasileiros também seguem estas recomendações e, por isso, Washington seria reprovado nos testes, segundo fontes do HCor ouvidas pelas revista.


“Eu sou um cara muito sério. Nunca brinco com um paciente. Trato como se fosse meu pai, minha mãe, meu filho. Quem diz que o Washington não pode jogar futebol não tem conhecimento científico para isso”, rebateu Constantino Constantini, médico do atacante do São Paulo. O especialista explicou ainda que realiza anualmente exames mais detalhados no coração do jogador.


O clube paulista se defende. “O São Paulo se responsabiliza pautado por uma avaliação de pessoas capacitadas. Por que realizar um exame mais superficial, entre aspas, se temos a opinião de um especialista que cuida do atleta há anos?”, questiona o médico e superintendente de futebol, Marco Aurélio Cunha. “Tudo na vida tem risco, mas o Washington está dentro de uma margem de segurança. Seria criar culpa antes do fato”, completou, em entrevista ao UOL Esporte.


A doença cardíaca de Washington foi descoberta em 2002, quando o atacante atuava pelo Fenerbahce, da Turquia. O jogador tinha 90% da artéria coronária – que leva sangue para o músculo do coração – obstruída e poderia sofrer um infarto fulminante. Operado, ele voltou ao Brasil para se recuperar, mas foi novamente barrado. O brasiliense foi submetido a nova cirurgia e, após seis meses, foi liberado para jogar, desde que controlasse de perto o colesterol, a diabetes e a saúde do sistema circulatório.


Em fevereiro de 2004, Washington voltou aos gramados vestindo a camisa do Atlético-PR. No clássico contra o Paraná, o atacante marcou um gol na reestreia. “Me ajoelhei no centro do gramado, levantei os braços para o céu e todos os jogadores do time me abraçaram. Até a torcida adversária se emocionou naquele dia”, relembrou o atacante, artilheiro do São Paulo no Campeonato Paulista com cinco gols.

 

 

Fonte: UOL Esporte

Ronaldo marca três vezes e brilha em rachão, e Timão diz: ‘Até logo, Prudente’

 

Atacante levou aproximadamente 6.000 torcedores presentes à loucura ao chutar bolas para arquibancada e jogar sua camisa de treino para a galera

 

Um dia após a polêmica, a resposta em campo. Multado por chegar de madrugada na concentração e ainda sem estrear pelo Corinthians, Ronaldo fez a festa da torcida alvinegra de Presidente Prudente que pode acompanhar na manhã deste sábado um show do atacante no gramado do estádio Eduardo José Farah, o Prudentão. Aberto ao público em troca de um quilo de alimento não perecível, o tradicional rachão que antecede aos jogos foi realizado sob sol forte e teve três belos gols do Fenômeno.


De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura da cidade compareceram ao treinamento do Timão aproximadamente 6.000 pessoas. Como alguns torcedores deram mais de um quilo de alimento, a arrecadação chegou perto de sete toneladas – será tudo doado para uma instituição de caridade. A ação marcou o “até logo” da equipe para Presidente Prudente, onde será o clássico do dia 8 contra o Palmeiras.


Como de costume quando Ronaldo está envolvido, o craque foi o centro das atenções. Autor de três gols, o camisa 9 acenou timidamente para a torcida durante o rachão, mas depois de ser ovacionado pelos alvinegros caminhou para mais perto do alambrado, chutou algumas bolas para a arquibancada e jogou a camisa.

 

Quando o Fenômeno se aproximou do alambrado, o responsável pelo som do estádio pediu cuidado aos torcedores, que corriam desesperadamente pela arquibancada. O treinamento aberto ao público nesta manhã durou pouco mais de um hora. E para o zagueiro William devia se tornar uma rotina esse caráter beneficente.

- É uma iniciativa muito válida. Cabe a nós, que temos um pouco mais de destaque na sociedade, ajudar as pessoas que precisam. Que isso se repita mais vezes, porque é muito importante – discursou o capitão alvinegro.


A delegação corintiana almoça em Presidente Prudente neste sábado e logo depois viaja, de ônibus, para Marília, onde encara o time local no domingo, às 19h10m. Na segunda e terça-feira, o Timão treina em São Paulo e em seguida embarca para Itumbiara, onde faz a estreia na Copa do Brasil. Depois, volta para Prudente.

 

Fonte: GloboEsporte.com


Kaká depõe e confirma doação de 200 mil euros à Renascer

Fevereiro 18, 2009

 

O jogador Kaká, do Milan, confirmou em depoimento ao Núcleo de Polícia Tributária de Milão, da Guardia di Finanza, a doação de 200 mil euros – cerca de R$ 580 mil, na cotação de ontem da moeda ¿ para a Igreja Renascer em Cristo, do apóstolo Estevam Hernandes Filho e da bispa Sonia Haddad Moraes Hernandes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

O doação teria ocorrido em 12 de maio de 2008, por meio de ordem bancária da agência do Banco do Brasil, de Milão, para uma conta corrente da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, em um Bradesco de Itupeva, no interior de São Paulo. Kaká apssou a frequentar a igreja há 14 anos, quando tinha 12 anos de idade.

 

Kaká foi ouvido na investigação sobre lavagem de dinheiro supostamente feita pelo casal fundador da igreja e seus filhos Daniel e Fernanda Hernandes. No depoimento, o jogador negou ter dado imóveis à Renascer e disse que tudo o que doou foi “em dinheiro”. Kaká teria dito ainda que esperava que suas doações fossem usadas nas atividades beneficentes, mas contou que nada havia de concreto sobre o emprego do dinheiro.

 

O jogador respondeu a 14 perguntas enviadas pelo Ministério Público Estadual (MPE) à procuradoria em Milão. O MPE investiga uma grande quantidade de empresas ligadas à Renascer por meio de um esquema formado pela família Hernandes, que acumulou “uma verdadeira fortuna”, segundo os promotores.

 

De acordo com o Estado, a assessoria de imprensa de Kaká disse que o jogador não iria se pronunciar sobre o caso. Os assessores da Renascer informaram que não se manifestariam, pois não conheciam o depoimento.

 

 

Redação Terra


Adriano: ‘Não quis tocar a bola com o braço’

Fevereiro 17, 2009

 

Lembram da semi-final do Campeonato Paulista de 2.008, quando o Adriano fez um gol escandaloso de mão e a arbitragem validou? Ele jurou inocência. Foi sem querer, não teve intenção… E o time dos bambis mais uma vez ganhou no apito. Depois, no próximo jogo o Verdão venceu de forma incontestável e seguiu para disputar a final e se sagrar o grande Campeão Paulista de 2.008.

 

Neste domingo, o safado tornou a fazer um gol de mão jogando pela Inter de Milão. O juiz validou novamente o gol e prejudicou o Milan. Não fosse isso o jogo teria sido empatado.

 

O cara já é reincidente, malandrão e na maior cara de pau jura que é inocente como um garotinho…

 

Vejam a reportagem:

Adriano: ‘Não quis tocar a bola com o braço’

O atacante Adriano, da Internazionale, comentou o gol que marcou com o braço no clássico deste domingo, contra o Milan, pelo Campeonato Italiano. O Imperador afirmou ao site oficial do clube que teve intenção de cabecear e a bola acabou escorregando.

- Se eu quis tocar a bola com o braço? Asseguro que eu não tentei tocar na bola com ele. Queria cabecear, mas a bola acabou escorregando no meu braço. Não foi voluntário, muito menos houve malícia – afirmou.

O brasileiro também falou sobre seu retorno após três partidas e a volta da confiança para ter melhores atuações.

- Quero agradecer ao técnico a confiança em uma partida tão importante. Voltava de suspensão e estou agradecido pela oportunidade. Acho que fui bem. Também estou feliz pela convocação para a Seleção e sinto que estou melhorando aos poucos – disse.

Adriano, por fim, revelou que dedicou o gol ao filho mais novo do técnico José Mourinho:

- Se meu gol valeu o campeonato? Espero que sim, mas também fiquei feliz porque tinha prometido a Mourinho: queria dedicar o gol ao seu filho e consegui cumprir.

Fonte: Terra Esportes